terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Curso Supervisor de Ensino SEE SP

terça-feira, 7 de dezembro de 2010 Diário Ofi cial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 120 (230) – 29
Comunicado nº 38, de 6-12-2010
A Diretora Substituta do Departamento de Recursos Humanos comunica aos Senhores Dirigentes das Diretorias de Ensino que deverá acontecer no período de 18 a 21/01/2011 o curso para os Supervisores de Ensino Nomeados no D.O. 20/11/2010, com o objetivo de propiciar o conhecimento de atuação no cargo bem como a utilização de documentos, ferramentas e programas da SEE/SP disponíveis para o desenvolvimento de habilidades e sua aplicação nas diferentes rotinas de trabalho.

Um comentário:

  1. Sou professora efetiva do Governo do Estado de São Paulo, desde o dia 31 de janeiro de 2005.
    Sofri algumas perdas dramáticas na minha vida e, por conta disso, desenvolvi alguns transtornos mentais e depressão profunda, fiquei de licença médica do período de 10 de abril de 2012 até o dia 02 de dezembro de 2014, tenho 2 recursos indeferidos em última instância, o primeiro compreende o período de 21 de julho de 2014 a 18 de setembro de 2014, o segundo compreende o período de 19 de setembro de 2014 a 17 de novembro de 2014. Portanto, são 120 dias indeferidos. O primeiro recurso foi publicado na página do e-sisla e no diário oficial do dia 01 de agosto de 2015 (mais de um ano após ter ficado de licença), o segundo recurso aparece negado apenas na página do e-sisla do dia 12 de agosto de 2015, não foi publicado no diário oficial.
    Já fui notificada pelo departamento UCRH que os dois recursos serão descontados dos meus próximos salários, serão 10% ao mês conforme me propuseram, portanto, serão 40 meses de desconto, o que acarretará um prejuízo de cerca de R$13.000,00, já que é com base no meu salário bruto.
    Leciono em uma das escolas mais violentas de Osasco (EE Educador Paulo Freire), sofro humilhações psicológicas e já fui agredida fisicamente algumas vezes, voltei a trabalhar dia 03 de dezembro de 2014, sem ter tido alta médica, com medo de perder meu emprego, estou desesperada, não sei a quem recorrer, tudo é muito burocrático e se torna mais difícil porque não posso dirigir, vivo à base de remédios tarja preta, que me impedem de ter uma vida normal, já que diminuem meus reflexos.

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