segunda-feira, 20 de abril de 2009

Adolescentes ameaçam matar professora em Franca (SP)

Nem preciso dizer que é um grande absurdo, entretanto é muito mais comum do que imaginamos. É uma pena por exemplo que os meios de comunicação não dão importância para esses assuntos, mas quando ocorre com um aluno todos se voltam contra os professores. Infelizmente na educação temos esses casos, a crueldade, a maldade em muitos casos se deve ao fato de não existir legislação com penalidades em relação a estes casos. Existens alguns casos dependendo da idade, que não acontece nada a criança, nem vou entrar em detalhes, porque posso estar dando munição a estas pessoas. Eu repudio qualquer tipo de violência, em qualquer situação, não concordo com professor que agride aluno e também não concordo com aluno que agride professor. Tomare que o programa Hoje em Dia da TV Record mostre o caso, pois na última sexta-feira o jornalista e dono da verdade Sr Brito Júnior, fez todos os julgamentos possíveis contra a categoria, utilizaram um caso para julgar todos os milhões de professores, argumentaram que os alunos são excluídos, que os professores podem ser afastados, mas que os alunos não tem para onde ir. É uma pena que para estes alunos que ameaçaram a professora e queriam inlcusive sequestrar o filho, nada vai acontecer, somente serem transferidos correndo o risco de aprontarem na próxima escola, haja vista que fazem o que bem entendem e nada acontece. Depois ainda sobra para os professores. E alguns governadores ainda chamam a categoria de vagabundo. Ficar no gabinete com ar condicionado e um monte de empregados e falar de uma realidade distante é muuuuiiiiiitttttttoooooooo fácil.
Fonte: 18/04/2009 - 17h05 - Colaboração para a Folha Online Três adolescentes, com idades entre 12 e 14 anos, foram identificados pela Polícia Civil como responsáveis por ameaças de morte enviadas a uma professora de Franca (400 km de São Paulo), informou edição deste sábado do "Jornal Hoje", da Rede Globo. A reportagem mostrou que a professora, que não teve o nome divulgado, recebeu diversas ligações em seu celular em que era ameaçada de morte. A professora, que leciona na Escola Estadual Lydia Rocha Alves, decidiu procurar a polícia após encontrar uma bala de revolver em sua caixa de correio com um bilhete com novas ameaças. Os alunos foram identificados pela polícia na última quinta-feira (16). Em entrevista, a delegada Graciela Ambrósio afirmou que os adolescentes --um menino e duas meninas-- planejavam assaltar a residência da professora e sequestrar seu filho de 3 anos. "Eles tinham, realmente, a intenção de chegar a concretizar algum delito", afirmou a delegada. Os três adolescentes estão sob a guarda dos pais e devem comparecer a Vara da Criança e do Adolescente. O conselho da escola --formado por pais e professores-- deve decidir, nos próximos dias, se eles serão transferidos.

Prefeitura de SP recebe professores e categoria decide esperar para definir sobre greve

É esperar as cenas dos prócimos capítulos...
Fonte: 17/04/2009 - 17h52 - da Folha Online Uma comissão representando os professores da rede municipal de ensino de São Paulo foi recebida nesta sexta-feira pela Secretaria de Gestão após um ato em frente ao prédio do órgão. Os professores reivindicam aumento salarial real, incorporação de gratificações, entre outros itens. A categoria decidiu aguardar o prazo pedido para a secretaria para analisar as reivindicações, até o dia 30. De acordo com a decisão do órgão, a categoria definirá sobre a paralisação. Hoje os professores realizaram uma paralisação para um dia de protesto, no centro de São Paulo, para reivindicar aumento salarial. De acordo com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), 300 pessoas se reuniram na rua Líbero Badaró, onde fica a secretaria. Segundo a categoria, 800 professores participaram do protesto. Segundo o presidente do Sinpeem (sindicato dos professores), Claudio Fonseca, e também vereador pelo PPS, ao todo a pauta da categoria tem 62 itens, mas os principais envolvem a remuneração e a valorização do trabalho. A principal reivindicação da classe é a aplicação de 17,5% de aumento agora. Na questão funcional, segundo Fonseca, os professores querem o direito de carreira do quadro de apoio. "Como fixaram até o final do mês para dar resposta, nós votamos aqui para, no dia 30, realizar uma outra reunião. Se o governo apresentar a resposta antes nós vamos usar uma reunião que faremos dia 27 para avaliar a resposta do governo. Se não apresentar nada até dia 30, estaremos aqui novamente e vamos deliberar sobre a greve. Por enquanto estamos em campanha, para pressionar o governo", afirmou o presidente do sindicato. Atualmente, um professor de ensino fundamental, em início de carreira, recebe R$ 1.121 (jornada de 30 horas). Projeto da gestão Kassab aprovado no ano passado prevê reajuste de 37,5% do salário-base até o ano que vem, por meio de incorporação de gratificação --os 17,5% estão dentro dessa previsão. Esse aumento permite reajuste aos aposentados (que não recebem gratificações) e ganho em alguns benefícios dos servidores da ativa, calculados em cima do salário-base. Apesar da queda da arrecadação por conta da crise econômica, a prefeitura tem afirmado que dará parte da incorporação das gratificações neste ano. O Sinpeem (sindicato dos professores) alega que há espaço para aumento salarial, uma vez que a prefeitura tem gastado menos de 40% de suas receitas com folha de pagamento.

Em São Paulo, ensino melhora nas séries iniciais e cai da 5 a 8.

Isso talvez se deve ao fato da dificuldade de entendimento dos vários agentes envolvidos no processo de construção do conhecimento (equipe gestora, professores, alunos, pais, funcionários) dos mecanismos do processo de progressão continuada, que infelizmente ainda é vista como promoção automática. Nas séries iniciais acredito que exista um maior controle e melhor aceitação dos professores, já nas séries finais fica muito mais difícil, porque além das inúmeras mazelas sociais e dificuldades que encontramos nas escolas, os professores são mais resistentes e neste ciclo os pais são também mais omissos e ficam distantes da escola, só indo por vezes quando convocado. O governo diz que vai investir nas séries inciais e ensino médio, espero que com estes resultados também pensem em estratégias para melhorar as séries finais, pois caso contrário teremos sérios problemas no futuro e uma grande dificuldade no prosseguimento dos estudos.
Fonte: 18/04/2009 - 09h17 - FÁBIO TAKAHASHI - da Folha de S.Paulo As notas dos alunos de 1ª a 4ª série do ensino fundamental melhoraram em um ano, na rede municipal. Mas caíram nas demais séries, segundo a Secretaria de Educação de São Paulo.A base do resultado é a Prova São Paulo, aplicada pela gestão do prefeito Gilberto Kassab. Segundo a avaliação da prefeitura, a proporção dos seus alunos de 4ª série que alcançaram conhecimentos satisfatórios em português aumentou de 54,6% para 56,4% entre 2007 e 2008. Também houve melhora em matemática (de 60,9% para 68,4%). Caiu o rendimento dos alunos mais velhos. Na 8ª série, o índice dos que têm conhecimento adequado caiu de 53% para 38% em português e de 60% para 47% em matemática. O secretário de Educação, Alexandre Schneider, disse que foi dada prioridade às séries iniciais. Ele afirmou que a melhora ocorreu por conta do programa Ler e Escrever (materiais específicos para esses alunos e formação de professores). Uma explicação para a queda no desempenho das últimas séries, segundo o secretário, foi o alto índice de faltas na prova, aplicada em dezembro. "Há um problema estatístico, mas não vou me esconder atrás disso. Precisamos melhorar o desempenho desses alunos." "Os dados desafiam as políticas públicas, não deveria ter nenhum aluno com conhecimento não satisfatório em São Paulo", afirmou o professor da Faculdade de Educação da USP Ocimar Alavarse, que participou da elaboração do exame. "O avanço nas séries iniciais é nítido", disse o presidente do movimento Todos pela Educação, Mozart Neves. "Mas a queda nas demais preocupa, porque o patamar já era baixo." Os dois educadores entendem que o formato da 5ª a 8ª série, com diferentes professores e disciplinas, pode prejudicar o rendimento dos alunos. O formato das provas dos governos estadual e municipal permite uma comparação das médias entre as redes. Os alunos de 4ª série da rede estadual foram melhor em português do que os da rede municipal. Nas demais séries, os rendimentos foram semelhantes.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Professores da rede municipal ameaçam parar atividades hoje

O ruim de tudo isso, é o desgaste, o governo não está preocupado com os professores, ainda mais hoje, a preocupação e de se defender do ministério público. É importante lembrar que incorporação de gratificação gera um aumento muito pequeno. Por exemplo o governador de São Paulo o ano passado disse e espalhou as quatro cantos que os professores teriam aumento de 12%, mentira ele incorporou uma gratificação e o aumento foi de 5% aproximadamente no salário. Quando o professor aposenta perde o direito as gratificações que correspondem a boa parte do salário, como o governo não tem uma política série de aumento salarial, vira e mexe cria uma gratificação que pode ser retirada a qualquer tempo, por isso os profissionais da educação questionam e lutam por aumento salarial e não à criação de novas gratificações.
Fonte: Folha de São Paulo – 17/04/2009 Os professores da rede municipal de ensino marcaram para hoje paralisação de um dia e um protesto, no centro de SP, para reivindicar aumento salarial.Tradicionalmente, as paralisações afetam apenas parte das escolas da rede.A categoria pede aumento salarial real, incorporação das gratificações ao salário-base (que beneficia principalmente os aposentados) e redução do número de alunos por sala, entre outros pontos.Um professor de ensino fundamental, em início de carreira, recebe R$ 1.121 (jornada de 30 horas).Projeto da gestão Kassab aprovado no ano passado prevê reajuste de 37,5% do salário-base até o ano que vem, por meio de incorporação de gratificação. Esse aumento permite reajuste aos aposentados (que não recebem gratificações) e ganho em alguns benefícios dos servidores da ativa, calculados em cima do salário-base.Não há garantia na lei de que ao menos parte da incorporação seja feita neste ano. Os servidores reivindicam que o reajuste seja de ao menos 17,5%.Apesar da queda da arrecadação por conta da crise econômica, a prefeitura tem afirmado que dará parte da incorporação das gratificações neste ano.O Sinpeem (sindicato dos professores) alega que há espaço para aumento salarial, uma vez que a prefeitura tem gastado menos de 40% de suas receitas com folha de pagamento.O protesto está previsto para começar às 14h, na rua Líbero Badaró, em frente à Secretaria Municipal de Gestão.

"É impossível dar aumento de 17,5%", diz secretário de Educação; professores da capital protestam

Talvez se o governo tivesse a preocupação em gastar menos (um exemplo seria excluindo as empresas que ganham milhões com a merenda dos pregões e licitações), sobraria um pouco do orçamento para dar aumento aos profissionais da educação que tanto fazem por essa cidade e sociedade, mas que nem sempre são valorizados da forma como merecem.
Fonte: Ana Okada* - UOL educação - Em São Paulo O secretário de Educação do município de São Paulo, Alexandre Schneider, afirmou nesta sexta-feira (17) que a pasta não vai atender as reivindicações de professores da rede pública da cidade. ""É impossível dar aumento de 17,5%. A nossa política é dar aumento se o nosso orçamento permitir. Então vamos trabalhar dependendo disso", disse.Os docentes da rede marcaram uma paralisação de suas atividades nessa sexta, às 14h, em frente à Secretaria de Gestão do município, no centro da capital. Além do aumento de 17,5% no salário, os profissionais ligados ao Sinpeem (Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo) pedem incorporação das gratificações na remuneração.O sindicato pede também, entre outros pontos, a redução do número de alunos por sala de aula, melhoria nas condições de saúde e de hospitais para o professor, possibilidade de afastamento ou de redução da jornada de trabalho do docente que queira estudar.Um professor de ensino fundamental, em início de carreira, recebe R$ 1.121 (jornada de 30 horas). Projeto da gestão Kassab aprovado no ano passado prevê reajuste de 37,5% do salário-base até o ano que vem, por meio de incorporação de gratificação. Esse aumento permite reajuste aos aposentados (que não recebem gratificações) e ganho em alguns benefícios dos servidores da ativa, calculados em cima do salário-base. Não há garantia na lei de que ao menos parte da incorporação seja feita neste ano. Os servidores reivindicam que o reajuste seja de ao menos 17,5%. Apesar da queda da arrecadação por conta da crise econômica, a prefeitura tem afirmado que dará parte da incorporação das gratificações neste ano. O Sinpeem afirma que há espaço para aumento salarial, uma vez que a prefeitura tem gastado menos de 40% de suas receitas com folha de pagamento. * Com informações da Folha Online

Promotor vê indício de propina na merenda

Mais informações sobre a merenda na cidade de São Paulo.
Fonte: Folha de São Paulo – 17/04/2009 A suspeita é a de que empresas do setor pagaram suborno a funcionários municipais; investigações começaram em 2007Desde início da apuração, ao menos 3 funcionárias do setor de merenda deixaram o cargo, incluindo a diretora da área na Secretaria da Educação O Ministério Público Estadual descobriu indícios de pagamento de propina a funcionários públicos municipais feito por empresas que fornecem merenda a escolas mantidas pela Prefeitura de São Paulo.Promotores vêm investigando contratos da merenda desde 2007, quando a Folha revelou que empresas entregavam produtos de baixa qualidade e racionavam alimentos nas escolas para economizar.A prefeitura mantém contratos de merenda com as empresas SP Alimentação, Sistal, Nutriplus, Terra Azul, Convida e Geraldo J. Coan. A reportagem não as encontrou para falar sobre a investigação.Desde que as primeiras suspeitas surgiram, ao menos três funcionárias do setor de merenda deixaram o cargo, incluindo a diretora da área na Secretaria da Educação.Há quatro correntes nas investigações do Ministério Público sobre o motivo da suposta propina: empresas corromperam funcionários na fase de confecção do edital, no momento do julgamento da licitação, na prorrogação irregular de contratos e ainda na falta de fiscalização do serviço.A ampliação ilegal dos contratos ocorreu em 2007, quando 110 unidades escolares foram incluídas no fornecimento terceirizado da merenda, afirma o promotor Silvio Marques.Isso porque os promotores descobriram que os contratos foram ampliados sem que fossem feitos aditivos -mudança contratual que permite, por exemplo, ampliar o número de unidades atendidas.Sem o aditivo, a ampliação é ilegal e o Ministério Público pode requisitar a devolução do dinheiro pago a mais.A investigação aberta a partir de reportagens da Folha avançou quando uma testemunha, cujo nome vem sendo mantido em sigilo, entregou aos promotores supostas provas de que empresas formaram um cartel para dividir os contratos, de R$ 258 milhões anuais.Os indícios de que as empresas pagavam propina para obter os contratos aumentaram ainda mais depois que uma delas, que também teve o nome preservado, apresentou movimentações bancárias de R$ 22 milhões colocadas sob suspeita pelo Coaf, órgão federal especializado no combate à lavagem de dinheiro.Ou seja, o dinheiro pode ter sido usado para corromper funcionários públicos e, eventualmente, bancar campanhas políticas, possibilidade que também está sob investigação.O promotor declarou que uma das empresas sob suspeita está negociando uma forma de "entregar todo o esquema". Com isso, as penas contra ela seriam reduzidas.Os funcionários que controlavam a merenda, de acordo com o Ministério Público, podem ser responsáveis pela paralisação de 400 processos de fiscalização da qualidade da merenda. Esses processos poderiam ter levado à aplicação de multas contra as empresas.A Polícia Civil, por sua vez, ainda apura o sumiço de documentos de dentro de um prédio da prefeitura que tratam da alimentação escolar.O conteúdo dos relatórios, preparados pelo CAE (Conselho de Alimentação Escolar, órgão independente que fiscaliza a merenda), aponta irregularidades em vistorias (realizadas em 2006 e 2007, num total de 135 unidades visitadas). Havia alimentos em decomposição e salsicha que era cortada em três para render mais.(JOSÉ ERNESTO CREDENDIO)

Merenda: MP ameaça processar gestão Kassab por improbidade

Olha para onde vai o aumento de salário de professores. Vamos economizar, assim ajudamos a prefeitura que diz que não tem verba no orçamento para dar aumento, mas para desviar verba na merenda tem, para isso tem. Fonte: Estado de São Paulo – 17/04/2009 O MPE (Ministério Público Estadual) ameaça processar por improbidade administrativa o gestor público municipal que assinar novos contratos para o fornecimento de merenda para a rede escolar da capital paulista. O promotor Silvio Antonio Marques, da Promotoria de Justiça da Cidadania, disse ontem estar convencido de que a terceirização do serviço é prejudicial aos cofres municipais e à saúde dos alunos. Marques também quer saber do prefeito Gilberto Kassab (DEM) se os contratos com as empresas investigadas sob suspeita de fraude em licitações, formação de cartel e corrupção serão ou não rescindidos.O prazo de 45 dias estipulado pelo MPE venceu na semana passada. O pedido para que a Prefeitura reassumisse a preparação da merenda foi feito em fevereiro, após denúncias de que as prestadoras de serviços teriam montado um esquema fraudulento para vencer as licitações. Também foram constatadas diversas irregularidades. Num dos casos levados ao conhecimento dos promotores, uma única salsicha era dividida entre três alunos. "Esse modelo de terceirização é equivocado e causou superfaturamento de preço e pagamento de propina para funcionários públicos", afirmou Marques.Os dois principais argumentos usados pela administração Kassab para defender o modelo são a redução de custos e a melhor qualidade nutricional das refeições servidas aos alunos, uma vez que a merenda é supervisionada por especialistas. Apesar da ameaça feita ontem pelo MPE, a Secretaria da Educação reiterou, em nota, que "a merenda terceirizada é uma opção administrativa e será mantida pela Prefeitura". A pasta diz ser "absolutamente inviável" para o Município servir as refeições diretamente às escolas. "Para que se tenha uma ideia, são servidas diariamente 1,6 milhão de refeições nas unidades educacionais", diz o texto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Rede Municipal de SP quer adotar bônus para professor em 2010

O Bônus não é mágica, esse discursso não mudará em nada, quando o governo quer alguma coisa, esse papo de conversar com a rede é para a sociedade achar que existe democracia, o bônus do município será como o governo quiser e ponto. O que fico pensando é que o governo não tem dinheiro para dar aumento, mais os milhões para o bônus sempre aparecem. Da onde vem esse dinheiro? Será que com políticas públicas democráticas, pq o governo não ouve os profissionais da educação antes de impor uma série de mudanças na rede? outra coisa, poderia haver apenas um secretário de educação para o Estado e Município, pois só assinam papéis diferentes, mas um copiando do outro. Assim economizaria dinheiro para gastar mais com o Bônus ou Ônus da educação.
17/04/2009 - 14h44 Fonte: Ana Okada – UOL educação - Em São Paulo A rede municipal de São Paulo estuda a adoção de bônus por desempenho para os professores da rede. A proposta foi uma das promessas de campanha do atual prefeito Gilberto Kassab e deve ser implementada em 2010.Segundo o secretário de educação Alexandre Schneider, as regras do benefício serão discutidas com a rede e devem ser implementadas em 2010. "Não vai ser igual ao do Estado, porque iremos levar em conta também o desempenho de cada aluno, só ainda não sabemos se será em relação à nota de um ano para o outro ou pela média". O bônus do Estado é calculado sobre a meta da escola.Schneider afirma que o bônus deve sair em 2010 para que haja um maior debate sobre as regras que o regirão. "Prefiro atrasar um ano para a rede saber como irá aplicar, do que pegar três pedagogos e três economistas e fazer uma fórmula mágica", disse o secretário em entrevista coletiva nesta sexta-feira (17).Os sindicatos desaprovam o sistema, pois alegam que a realidade e as condições das instituições são distintas. "A verba recebida, o número de alunos por sala, a infraestrutura são diferentes. Essa forma [o bônus] privilegia as escolas que têm melhores condições, além de transferir mais uma vez a responsabilidade sob a qualidade de ensino para os professores", disse a presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), Maria Izabel Azevedo Noronha, em debate realizado no ano passado.

O nó do ensino paulista

Até que enfim a Folha se rende a realidade educacional do Estado de São Paulo e para com essa situação de também como o governo culpar os professores como responsável pela péssima qualidade do ensino paulista.
Fonte: Editoriais – Folha de São Paulo – 17/04/2009 - editoriais@uol.com.br
O EX-MINISTRO da Educação e deputado federal Paulo Renato Souza (PSDB-SP) retorna ao cargo de secretário que já ocupara na administração Franco Montoro. Sua experiência e biografia indicam que o governador José Serra buscou nome de peso para cobrir um flanco desguarnecido da gestão tucana.Após 14 anos no governo do Estado de São Paulo, o PSDB não tem do que se orgulhar com sua rede de ensino, cujos indicadores revelam desempenho medíocre, quando não declinante.Em seus primeiros pronunciamentos, o secretário enfatizou uma missão política e não se mostrou tão preocupado em abordar as deficiências e vícios que afetam 5.000 escolas estaduais. São 5 milhões de estudantes e 230 mil professores, dos quais 100 mil contratados como temporários.Era essa a tarefa a que se dedicava a ocupante anterior do posto, Maria Helena Guimarães de Castro, quando foi substituída em circunstâncias pouco esclarecidas, depois de ter permanecido apenas 20 meses na Secretaria de Educação.Paulo Renato, em entrevista à Folha, não foi explícito quanto ao que planeja fazer. Limitou-se à intenção genérica de dar mais ênfase à alfabetização e à diversificação do ensino médio. Questionado diretamente sobre o mau desempenho dos alunos da rede pública paulista, apontou a existência de bons instrumentos de avaliação e culpou a má formação de professores, "um problema nacional".Se for essa sua linha de defesa, precisa melhorá-la. Ninguém lhe recusa o mérito, quando ministro, de ter criado abrangente sistema de avaliação, bem como de ter sanado, com o Fundef, o problema da inconstância de verbas no ensino fundamental. Nos oito anos de Esplanada, no entanto, não atacou de modo decisivo a questão da qualidade do ensino.Na educação básica paulista, embora tenha se completado a universalização do acesso, do ponto de vista qualitativo resta quase tudo por fazer.

Lei barra coxinha e doces na cantina da escola

Para as escolas estaduais não existe nenhuma novidade, pois, o DSE já orienta na conpra de alimentos bem como na sua distribuição, além disso encaminha materiais educativos para serem desenvolvidos com os alunos, talvez falte uma maior cobrança ou fiscalização. Concordo quando dizem que a lei pela lei não funciona, se não houver uma situação de orientação e educação alimentar, de nada vale qualquer lei, decreto, resolução...
Fonte: 17/04/2009 - Adriana Ferraz - do Agora Sanduíche natural e suco de frutas no lugar da combinação coxinha e refrigerante. O sabor do recreio nas escolas públicas e particulares vai mudar se o projeto aprovado pela Assembleia Legislativa, anteontem, receber o aval do governador José Serra (PSDB). O texto, da deputada Patrícia Lima (PR), proíbe as cantinas escolares de vender alimentos com gordura trans, considerada prejudicial à saúde. A alteração proposta é radical: tira do cardápio salgados fritos e até assados e inclui, pelo menos, duas opções de fruta por dia, além de água de coco, queijos magros e iogurtes, por exemplo. O risco da obesidade, diabetes e hipertensão entre crianças e adolescentes justifica o projeto, segundo defesa apresentada pela deputada. "O cardápio inadequado nas escolas pode repercutir negativamente na saúde dos alunos. Dessa forma, a limitação de certos produtos comprovadamente nocivos à saúde é uma forma de auxiliar as famílias na educação alimentar de seus filhos e zelar pela sua integridade ao longo da vida", diz a deputada. O projeto foi aprovado por unanimidade --as lideranças dos partidos fizeram acordo e não foi preciso votação --e segue agora para sanção do governador, que ainda não se manifestou. A expectativa, no gabinete da deputada, é positiva. Patrícia Lima é da base aliada de Serra que, há dez dias, aprovou outro projeto polêmico e restritivo: a proibição do cigarro em áreas fechadas do Estado. Para a nutricionista Martha Fonseca Paschoa, a ideia é válida, desde que seja acompanhada por um programa educacional. "Muita gente troca fritura por assados igualmente nocivos, como salgados de massa folhada. A discussão é válida. Não há motivo para uma criança consumir gordura dentro da escola, mas é preciso conscientização da comunidade", afirma. A merenda, segundo a especialista, é importante para o desenvolvimento da criança e também colabora para seu rendimento escolar. "O lanche serve para dar energia durante o tempo em que o aluno fica na escola. Deve ser leve e de fácil digestão", completa a nutricionista. Resistência Apesar de elogiado, o projeto deve enfrentar resistência. O Sieesp (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo) afirma que o Estado não deve legislar em escolas particulares. "O governo não tem esse direito até porque a maioria das escolas privadas já conta com nutricionistas. Além disso, a proibição não muda os hábitos, é preciso educação para isso. A medida é eleitoreira e não adianta. Na saída da escola, as barracas vão continuar vendendo pastel", diz o presidente da entidade, Benjamin Ribeiro da Silva. Fonte: 17/04/2009 - Adriana Ferraz e Bruno Ribeiro - do Agora Lanchonetes são da associação de pais
Se virar lei, a Secretaria de Estado da Educação não terá como fiscalizar o cumprimento nas novas normas. Na rede pública estadual, as cantinas são comandadas pelas APMs (Associações de Pais e Mestres), que têm liberdade na elaboração dos cardápios. "Infelizmente não temos controle em razão da legislação, mas oferecemos orientação. Conheço escola que faz sanduíche com hambúrguer assado e pão caseiro", diz a nutricionista Monika Nogueira, do departamento de suplementos escolares da pasta. Sobre a merenda, a secretaria afirma que só compra produtos recomendados. "Nos folhetos descritivos, apresentados no edital da licitação, exigimos que os itens estejam livres de gordura trans. A preocupação não é apenas brasileira. Na Inglaterra, desde 2006, uma lei proíbe alimentos calóricos na merenda. As máquinas de refrigerante e salgadinhos foram substituídas por uma dieta saudável após iniciativa do chef Jamie Oliver.(AdF e BR)

Prefeitura impõe maior controle a servidores

Deveria existir também um controle para observar o trabalho dos vereadores na cidade. Afinal de contas uma boa parte é formada por artistas, que estão preocupados de modo geral com seus shows, programas de televisão e a cidade fica do jeito que está, sozinha e abandonada.
Fonte: 17/04/2009 - Vinícius Segalla - do Agora A Prefeitura de São Paulo quer apertar o cerco contra o servidor que falta demais. Um decreto publicado ontem ordena que as chefias dos órgãos públicos acompanhem de perto a frequência dos funcionários. Quando o trabalhador faltar muito, o chefe vai checar. Se for alegado problemas de saúde, o funcionário será encaminhado ao Hospital do Servidor. Se as faltas forem injustificadas, haverá suspensões e processo administrativo. Vale o mesmo se o servidor for trabalhar sob o efeito de droga ou álcool: será mandado para casa e uma falta será computada.

Medalha Paulo Freire vai premiar iniciativas da EJA

Fonte: Nota10.com.br As experiências mais relevantes para a educação de jovens e adultos (EJA) serão premiadas com a medalha Paulo Freire. As inscrições para concorrer à medalha estão abertas e serão encerradas em 20 de maio. Serão selecionadas no máximo cinco iniciativas – entre políticas, programas e projetos – que contribuam com a redução dos índices de analfabetismo e para a permanência dos jovens e adultos nos anos iniciais do ensino fundamental de EJA. A intenção é identificar e estimular ações que ajudem a promover a educação de jovens e adultos em todo o país.Podem participar secretarias de educação, universidades, movimentos sociais e organizações não-governamentais. Cada instituição pode inscrever apenas uma experiência, iniciada antes de dezembro de 2008 e que podem estar em curso. Comissões estaduais e distrital indicarão até duas iniciativas por cada estado à Secad. Uma comissão técnica da Secad avaliará as experiências recebidas e visitará as dez mais relevantes, dentre as quais serão escolhidas até cinco na etapa final. A previsão de divulgação do resultado é 19 de agosto. A premiação deve ocorrer em setembro.As inscrições são gratuitas e podem ser feitas exclusivamente pela internet. A medalha Paulo Freire será uma obra de arte produzida especialmente para a ocasião. A premiação não inclui pagamento em dinheiro.

Professores de Curitiba decidem continuar a greve

Se fosse somente em Curitiba... mas a cada dia mais estados e municípios engrossam o coro pedindo reajustes salariais, condições dignas e humanas para poder desenvolver as ações de ensino e de aprendizagem, salas com menos alunos, respeito, e a lista é imensa... Fonte: nota10.com.br Os professores da rede municipal de Curitiba decidiram ontem (16), após assembleia, continuar a greve iniciada na quarta-feira (15). A decisão foi tomada mesmo depois de o juiz Marcelo de Resende Castanho, da Justiça Estadual, ter dado liminar favorável à prefeitura em ação que pedia a ilegalidade da paralisação.O juiz decretou que os manifestantes deveriam voltar ao trabalho, sob pena de o sindicato da categoria, o Sismmac, ter de pagar multa de R$ 50 mil por dia, em caso de desrespeito à decisão. Mas, segundo texto da liminar, a greve não foi considerada ilegal.Na liminar o despacho diz que "o direito de greve encontra guarida constitucional mesmo em se tratando de servidor público, sendo que a alegação de abusividade e ilegalidade do ato por parte dos requeridos em sede de cognição não pode ser aferida nesta fase", dizia o texto.A greve, segundo o Sismmac, continua hoje e não tem dia para acabar.

Residência depende de financiamento e de plano nacional

Vamos esperar e ver o que sai destas cabeças brilhantes. Por isso sempre digo, pensem em quem estão votando. Milagre ninguém faz. Ações em educação são a médio e longo prazo. Mágica só no circo. Residência para professor, ou melhor empregado a disposição da escola por oito horas dia. Muitos diretores vão fazer destes profissionais empregados, como a gente já observa em algumas unidades o aluno-pesquisador que auxília os professores nas 1 séries do ensino fundamental. Conheço várias escolas em que estes mais trabalham como office-boy do que como aluno-pesquisador em sala de aula, para de fato melhorar o processo de alfabetização e letramento.
Fonte: Nota10.com.br Professores da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental poderão passar por uma residência educacional após sua formação em cursos de pedagogia ou licenciatura. Essa capacitação está prevista em projeto de lei (PLS 227/07) do senador Marco Maciel (DEM-PE), analisado em audiência pública, na quarta-feira (15), na Comissão de Educação (CE). De acordo com a Agência Senado, apesar de elogiar a iniciativa, representantes do Conselho Nacional de Educação (CNE), da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) e do Ministério da Educação (MEC) presentes ao debate ponderaram que sua implementação depende de uma fonte de financiamento para custear bolsas de estudo para os professores residentes e da negociação de uma política nacional de formação com estados e municípios. Para a secretária de finanças da CNTE, Juçara Dutra Vieira, a concretização da residência educacional depende de sua vinculação a uma política nacional de formação de professores e a um plano de valorização profissional, que passa pelo piso salarial nacional de R$ 950 para docentes da educação básica. Ela considerou fundamental ainda a definição de políticas públicas que estimulem a juventude a ingressar no magistério. Embora presida a Comissão Bicameral de Formação de Professores do CNE, Antonio Carlos Caruso Ronca preferiu dar uma opinião pessoal sobre o PLS 227/07. Conforme avaliou, a residência educacional pode contribuir para a melhoria da qualidade do ensino ao capacitar profissionais que começam a lecionar sem qualquer experiência. Ao compará-la com o estágio curricular, classificado como "um jogo de faz de conta", Ronca observou que, na residência, as chances de a formação ser bem sucedida podem ser reais, a partir da vinculação do professor a uma única escola. Na opinião da coordenadora geral de formação de professores da Secretaria de Educação Básica do MEC, Helena Costa Lopes de Freitas, a residência educacional não pode relegar a segundo plano a formação inicial dos professores. Faz-se necessário articular a iniciativa ainda, segundo observou, com o período probatório dos professores da rede pública e não perder de vista a importância de manter o residente em tempo integral na escola, com uma boa infraestrutura para se capacitar e ensinar. Ao falar de seu projeto, Marco Maciel admitiu ter-se inspirado na residência médica, que apontou como avanço na formação dessa categoria. Pelo PLS 227/07, a residência educacional terá carga horária mínima de 800 horas e, dois anos após haver sido implementada, passará a se exigir certificado de aprovação para professores dos dois anos iniciais do ensino fundamental.

Alunos da UFRJ são assaltados dentro de sala de aula no Fundão

Penso que nem preciso escrever nada, a matéria por si só já mostra a situação em que o Rio de Janeiro e vários outros lugarem garantem a nós que pagamos impostos regularmente.
Fonte: Publicada em 17/04/2009 às 10:29 - CBN e O Globo Alunos da UFRJ são assaltados dentro de sala de aula no Fundão RIO - Alunos do 8º período de nutrição da UFRJ foram assaltados dentro de sala de aula na tarde da quinta-feira, na Ilha do Fundão. Eles faziam uma prova dentro de uma sala do prédio de Ciências e Saúde da universidade, quando foram surpreendidos por dois bandidos armados. Segundo testemunhas, os bandidos levaram diversos pertences dos estudantes e conseguiram fugir. Assustados, os alunos afirmam que não há segurança suficiente no local. Eles reclamam ainda que as salas do curso de Nutrição, onde ocorreu o assalto da quinta-feira, ficam no subsolo do prédio, onde seria muito deserto. Segundo Thaís Estrela, do 2º período do curso, o medo é tão grande que é preciso organizar grupos sempre que uma menina quer se deslocar até o banheiro. - A gente aqui no Campus não tem segurança. Ninguém faz ronda aqui pelo Campus,e qualquer um pode entrar sem crachá, sem nada. A gente vai ao banheiro juntas, pois temos medo de ir sozinhas. Sempre temos que chamar alguém para ir com a gente. De acordo com o prefeito da Cidade Universitária, Hélio de Mattos, esse foi o quarto assalto dentro de sala de aula registrado na universidade desde 2005. Em entrevista à Rádio CBN, Mattos afirmou que o diretor do prédio assaltado já contratou até segurança própria para o local, mas não há como controlar quem entre ou sai do edifício. - No prédio circulam seis mil alunos todos os dias. Além disso, o edifício de Ciências e Saúde possui oito entradas e não tem porteiro. Desde 2005 a gente realiza campanhas de segurança no local, e já tentamos implementar o crachá, mas a comunidade universitária ainda resiste muito - afirmou Mattos. Cerca de 65 mil pessoas circulam na Cidade Universitária por dia. Segundo Hélio de Mattos, a segurança é feita com três viaturas que fazem rondas pela universidade, além das câmeras de segurança. Ele admite, no entanto, que ainda é muito pouco. - Há dois anos o reitor da universidade pediu ao governo federal autorização para realizar um concurso público para contratar mais cem seguranças para a Cidade Universidade. Hoje nós temos três viaturas que fazem rondas intensivas durante o dia inteiro. A Polícia Militar também ajuda com o que pode, mas a circulação dela é igual a de uma cidade mesmo, é difícil de controlar. Além disso, estamos aumentando o número de alunos - afirmou em entrevista à Rádio CBN.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

CONCURSO PMSP - PROFESSORES EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL

PROFESSOR ESTUDEM, A CADA ANO FICA MAIS DIFÍCIL CONSEGUIR AULA COMO CONTRATADO. UMA BOA DICA DE CURSO É O CURSÃO SANTA RITA, QUE TEM UM ÍNDICE MUITO ALTO DE PROFESSORES APROVADOS EM CONCURSO PÚBLICO. PARA MAIORES INFORMAÇÕES 0XX11- 55750769. BOA SORTE A TODOS E BONS ESTUDOS.

Fonte: 15/04/2009 - Vinícius Segalla - do Agora

Autorizada seleção para contratar 818 professores

Foi publicada ontem, no "Diário Oficial" do Município, a autorização de concurso para a contratação de 818 professores de educação infantil e fundamental.

Ainda não é possível saber para quando serão marcadas as provas, já que a publicação do edital depende de destinação dos recursos necessários pela Secretaria Municipal de Gestão. Os salários iniciais de professores do ensino infantil e fundamental são de R$ 1.100.

Embora a prefeitura tenha anunciado a autorização para 818 vagas, que é o número atual de cargos aguardando preenchimento, o número de contratados deve crescer, já que o concurso deverá preencher todos os cargos existentes quando o edital for publicado.

O anúncio agradou aos professores municipais, que preparam paralisação para a próxima sexta-feira. Na pauta de reivindicação, está incluída a contratação de novos docentes. Mesmo assim, a paralisação, que também faz parte da campanha salarial da categoria, não foi cancelada.

USP aprova novo formato no vestibular da Fuvest 2010

16/04/2009 - 19h12 Da Redação – UOL educação - Em São Paulo O Conselho de Graduação da USP (Universidade de São Paulo) aprovou na tarde desta quinta-feira (16) mudanças para o próximo processo seletivo, segundo informou a assessoria de imprensa da instituição. A Fuvest 2010, no novo formato, manterá a primeira fase com 90 questões - mas as provas da segunda fase foram alteradas. A primeira fase também passou a ser eliminatória - ou seja, a nota não conta mais no final do processo seletivo para classificar os estudantes. Apenas elimina quem não tiver desempenho suficiente para chegar à etapa final. A segunda fase do vestibular vai avaliar todas as matérias do ensino médio. Até a Fuvest 2009, só disciplinas relacionadas ao curso pretendido eram alvo de exames. No primeiro dia da segunda fase, o candidato resolverá uma prova de português com dez questões discursivas, mais uma redação. No segundo dia, será a vez de 20 perguntas de biologia, química, física, matemática, história, geografia e inglês. Já o terceiro dia terá 12 questões que podem variar conforme o curso (até três disciplinas podem ser abordadas). A pró-reitora de Graduação da USP, Selma Garrido Pimenta, procurou tranquilizar os candidatos: "Quero ressaltar aos alunos que pretendem prestar o vestibular da Fuvest que continuem estudando, pois a questão do mérito continuará mantida. As mudanças são na forma, não no conteúdo. O que está sendo sinalizado com esta mudança é a importância do aluno ter uma visão conjunta das disciplinas", disse. Contextualização A USP também pretende incluir questões contextualizadas na segunda fase, que abarquem conhecimentos de mais de uma disciplina - as chamadas perguntas interdisciplinares. De acordo com a proposta da instituição, uma maneira de se cobrar o conteúdo de maneira integrada é fazendo enunciados que exijam a resolução de problemas. As alterações no processo seletivo começam já na primeira fase, que deverá ter caráter mais generalista e apenas eliminar os candidatos menos preparados. A pontuação obtida nesta fase, diferentemente do que ocorreu até a Fuvest 2009, não será mais aproveitada na nota final e na classificação dos vestibulandos. O projeto pretende fazer com que a segunda fase seja mais "padronizada" e executada em três dias. Todos os vestibulandos continuam com os exames de português inaugurando a etapa decisiva da seleção. Para os cursos de arquitetura, artes plásticas e artes cênicas, será aplicada também uma prova de habilidades específicas, considerada a quarta avaliação da segunda fase. Enem A utilização da nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) será mantida, para ajudar o vestibulando quando for o caso. Quem tiver uma boa média, poderá aproveitá-la em até 20% do total de pontos da primeira fase. Como a primeira fase será descartada na classificação final, a nota do Enem passa a ajudar só para chegar até a etapa decisiva. Na hora de conseguir a vaga mesmo, na segunda fase, o Enem não renderá pontos.

MEC promete aulas de taekwondo em até 5 mil escolas públicas

16/04/2009 - 17h26 Da Redação* - UOL educação - Em São Paulo Escolas públicas do país poderão ganhar aulas de taekwondo. O esporte, segundo o MEC (Ministério da Educação) será difundido por meio do programa Mais Educação, que amplia o tempo e o espaço educacional dos estudantes. De acordo com a diretora de educação integral da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, Jaqueline Moll, o MEC tem condições de repassar recursos para até cinco mil escolas que queiram aderir ao programa e oferecer o taekwondo. A verba será destinada à compra do material necessário, como tatames, quimonos e capacetes.O grão-mestre Yong Min Kim, representante da Confederação Brasileira de Taekwondo, entregou ao ministro uma proposta para ajudar a difusão do taekwondo nas escolas. De acordo com o projeto, professores e monitores seriam capacitados pela própria confederação para oferecer a prática do esporte.Para agradecer o apoio ao desenvolvimento do esporte nas escolas brasileiras, o embaixador da Coréia do Sul no Brasil, Kyu Hyung Cho, fez uma visita ao Ministério da Educação nesta quinta-feira (16).Segundo o ministro Fernando Haddad, a prática do esporte pode ajudar a melhorar o desempenho dos alunos brasileiros, assim como ocorre com os sul-coreanos, que em sua maioria o praticam desde cedo. "Além de proporcionar saúde e vigor, o taekwondo é bom para a saúde mental e ajuda os estudantes a ter mais ordem e disciplina", disse o embaixador.* Com informações da Assessoria de Imprensa do MEC

MEC propõe concurso único para professor

Esse é o famoso tiro dado no pé, pensam em uma ação e em seguida vira outra. Embora eu particularmente gosto da proposta, é fundamental a avaliação constante, é muito melhor do que avaliar com conceitos subjetivos que são oferecidos aos professores em estágio probatório, se o professor pensa como o diretor tem os pontos atribuidos da melhor forma, já se pensa diferente... Pois essa é a avaliação durante os 3 primeiros anos de efetivo e exercício para garantir a estabilidade. Com uma prova o critério é justo e muito mais honesto.

Fonte: Agência Estado

O Ministério da Educação vai entrar em uma área até agora intocada pelo governo federal: a seleção de professores para a educação básica. Em comum acordo com os secretários estaduais de Educação, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) apresentou uma proposta de concurso nacional para contratação de professores, tanto para as redes estaduais quanto municipais. O primeiro pode ocorrer já no segundo semestre deste ano, se houver adesão.

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A proposta não é que o MEC faça a seleção no lugar dos governos locais, mas prepare a prova que será usada nos concursos, o que criaria um padrão mínimo nacional. "Nós discutimos há muito tempo a qualidade da formação do professor. Uma das formas de influenciar essa qualidade seria por meio dos concursos, mas muitos municípios afirmavam que é caro desenvolvê-los", explica Maria Auxiliadora Rezende, presidente do Consed (Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Educação). Os secretários de Educação não só aprovam a medida, como pretendem ir além. Vários manifestaram ontem, na reunião do Consed, a intenção de usar a prova com os professores já na ativa, em avaliações de desempenho para determinar promoções. A presidente do Consed explica que a avaliação de desempenho para promoção já está prevista na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), mas é feita burocraticamente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Diretora de colégio é afastada pelo governo

Eu fico muito abismado quando vejo esta postura da SEE/SP, somente quando os casos aparecem na mídia é que se toma providências, será que ninguém sabia desses acontecimentos, pois, várias irregularidades acontecem em várias escolas, e de modo geral na diretoria de ensino todos ficam sabendo, mas sempre os processos são arquivados, ou como dizem, não dão em nada. Mas quando o caso toma outras proporções então o governo reage e normalmente afasta para instauração de apuração preliminar. É esperar para ver. Mas como escrevo sempre, esperamos muito e não vemos nada. Fonte: 16/04/2009 - Adriana Ferraz - do Agora

A diretora da Escola Estadual Dr. Genésio Almeida de Moura --cujo nome não foi divulgado-- foi afastada ontem, após denúncias publicadas pelo Agora. Os alunos da escola afirmaram que são obrigados a limpar as salas de aula e que os livros didáticos entregues pela direção estão em desacordo com as séries.

Há crianças de dez anos com livros indicados para estudantes de seis ou sete --a troca acontece no material de português e no de matemática. Para os pais, os problemas tiram a atenção dos alunos e geram baixo desempenho.

A tese tem fundamento: a escola é a pior colocada no ranking da 4ª série em português, segundo dados do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo).

A Secretaria Estadual da Educação informou que o afastamento é temporário, enquanto as denúncias são apuradas. Nos próximos dias, uma comissão da coordenadoria de ensino da Grande São Paulo supervisionará a escola.

Obra em escola faz aluno ter intervalo no corredor

Infelizmente o mesmo problema acontece em outras escolas com reforma, rodízio de salas é algo bem conhecido na rede. Como as obras demoram muito, perde-se em aprendizagem e com isso os resultados aparecem e normalmente são baixos. Culpa dos professores, claro que não. Culpa de um sistema que não pensa nos alunos e que quando estabelece reforma, pensa em divulgação, pois de modo geral as reformas não acontecem nas férias ou recesso, e com certeza as coordenadorias possuem o calendário escolar. Fonte: 16/04/2009 - Talis Mauricio - do Agora

Uma obra de ampliação na Escola Estadual Presidente Café Filho, no Capão Redondo (zona sul de SP), está fazendo com que 1.800 alunos da unidade passem os intervalos diariamente nos corredores das salas de aula.

O acesso ao pátio da escola, segundo os alunos, está proibido porque a quadra, que fica ao lado, está passando por reforma. O bloqueio acontece porque na hora dos recreios os alunos invadiam a quadra e faziam guerra de pedras em cima dos entulhos.

Para conter as brincadeiras, nos últimos dias a direção da unidade proibiu o acesso dos estudantes ao pátio da escola, ainda segundo os alunos ouvidos pela reportagem.

"Os meninos entravam na quadra e ficavam jogando pedras uns nos outros. A escola proibiu e agora nós estamos passando os intervalos nos corredores", disse uma estudante de 12 anos.

Uma outra aluna, de 11 anos, reclamou que os corredores ficam lotados e que não há espaço para todos. "É muito apertado. Vamos ficar nessa situação até quando?"

Os alunos também reclamam que as obras deixou a escola sem cozinha e, por consequência, os estudantes sem merenda. De acordo com a Secretaria de Estado da Educação, a obra na quadra da escola começou há cerca de um mês. A previsão é a de que ela termine no início de 2010.

O objetivo, diz a pasta, é construir um prédio no local com 18 novas salas para crianças de 1ª a 4ª série. A Café Filho atende atualmente alunos do ensino fundamental e do médio.

Guerra de pedras

Sem supervisão no meio de ferros e entulhos, as brincadeiras dos alunos acabavam passando dos limites, segundo os próprios funcionários da unidade. Um funcionário da escola registrou as cenas, feitas na semana passada, e relatou ao Agora que, além de escalarem as montanhas de concreto, os alunos fazia até guerra de pedras entre eles.

Uma aluna de 14 anos da 8ª série disse que a 'guerra' se repetia diariamente antes da proibição. Ela, inclusive, afirma ter sido vítima das brincadeiras. "Uma vez me derrubaram em cima das pedras durante uma brincadeira de mau gosto. Fiquei com a perna toda ralada", disse a garota.

Além do medo constante dos filhos se machucarem, pais de alunos reclamam também da poeira que é formada no local por causa das obras. Uma funcionária pública de 43 anos, que pediu para não ser identificada, disse que a filha tem sinusite e às vezes precisa faltar por conta da sujeira.

"Essa obra está prejudicando os alunos. Como é que fica a situação da minha filha que tem sinusite?", questionou. Um outro pai de aluno, que não quis se identificar, diz que o filho volta com o nariz congestionado.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Falta de interesse faz 40% largarem escola, diz estudo

E ainda alguns Estados dizem que bateram recorde com os menores índices de evasão da história. Será que isso ocorreu porque os diretores foram orientados a colocarem transferidos nos alunos que foram evadidos. Será?
15/04/2009 - 16h04

O principal motivo da evasão escolar de adolescentes é a falta de interesse pelos estudos. Uma pesquisa divulgada hoje, coordenada pelo economista Marcelo Neri, do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas, mostra que 40,3% dos jovens de 15 a 17 anos abandonam a escola por falta de interesse, enquanto 27,1% saem por razões de trabalho e renda. Por outro lado, apenas 10,9% deles deixam de estudar por falta de acesso à escola e 21,7% o fazem por motivos diversos, entre os quais a gravidez precoce tem porcentuais relevantes.

O estudo mostra que, em 2008, 14,1% dos jovens dessa faixa etária deixaram de estudar. Esse porcentual é mais alto na região metropolitana de São Paulo (18,7%), de Porto Alegre (18,8%) e entre os ocupados (28%), o que indica uma relação entre a demanda do mercado de trabalho e o abandono escolar. "O pior da evasão acontece quando uma família pobre está num ambiente rico. O canto da sereia do mercado é mais forte", interpreta Neri. A Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) dos anos de 2004 e 2006 e a série de 2008 da pesquisa mensal de emprego do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) são as bases do estudo.

Crianças são suspeitas de incendiar escola

Imaginem quando estas crianças tiverem 15, 16, 17 anos... Uma pena, mas é importante termos clareza se o incêndio foi de fato provocado pelos alunos. Vamos esperar novas notícias e a confirmação. Infelizmente este é o retrato da violência gratuita que acontece em várias escolas, independentemente de localização, condição social e etc. Precisamos de políticas públicas claras no combate a este tipo de ação. Afinal de contas alguém precisa ser responsabilizado. Mas daqui duas, três semanas, todos esquecem, e quando acontecer outro ato, então as pessoas voltam a ficar perplexas.
Fonte: CRISTINA MORENO DE CASTRO - DA AGÊNCIA FOLHA
Henrique Higino/"Alfenas Hoje"
Equipamentos em corredor de escola em Alfenas (MG) que foram destruídos por um incêndio Três meninos -dois de nove e um de 11 anos- são suspeitos de atear fogo a uma escola de Alfenas (378 km de Belo Horizonte) na Páscoa, destruindo um depósito e danificando várias portas de salas de aula, de acordo com a Polícia Civil. O presidente do Conselho Tutelar da cidade, Paulo Aparecido Silvério, diz que os três admitiram ter iniciado o incêndio. Eles estudam na própria escola municipal Tereza Paulino da Costa. Para incendiar o prédio, as crianças tiveram que pular o muro e arrombar a despensa do colégio. Não há vigilância na escola e o alarme estava desativado, segundo a chefe de gabinete da Secretaria Municipal da Educação, Aliene Carvalho. O incêndio começou domingo à tarde e durou cerca de duas horas, atingindo o forro do galpão, portas, materiais de educação física e diários escolares, entre outros. Carvalho estima um prejuízo de até R$ 10 mil. Com o material inflamável usado para acender o fogo -que pode ter sido achado na escola-, as crianças também mataram peixes da fonte do jardim interno, segundo a diretora Márcia Helena Rodrigues. As aulas não foram suspensas e os danos estão reparados, diz ela. O presidente do Conselho Tutelar diz que os meninos passam necessidades e não têm estrutura familiar. Por terem menos de 12 anos, eles não podem ser submetidos a medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, que abrange jovens de 12 a 18 anos -como prestação de serviços à comunidade e internação. Eles estão em casa e recebem acompanhamento psicológico. Os meninos não têm histórico de infrações anteriores. Seus responsáveis poderão ser penalizados. O Conselho Tutelar de Alfenas -que tem cerca de 72 mil habitantes- possui cinco conselheiros, quantidade que Silvério considera insuficiente.

Na pior escola, aluno da 4ª série usa livro da 1ª

Depois ainda o governo fala que as condições estruturais das escolas é de boa para excelente. Este é o retrato de várias escolas. Fonte: 15/04/2009 - Adriana Ferraz - do Agora

Na escola estadual em que os alunos da 4ª série tiveram o pior rendimento em língua portuguesa no Saresp, as dificuldades de aprendizagem ultrapassam os limites da sala de aula. Parte é explicada pela falta de organização na distribuição de livros. Crianças com dez anos estudam com livros indicados para alunos de seis ou sete. Outras sequer têm material.

Na Escola Estadual Doutor Genésio Almeida de Moura, no Jardim Damasceno (zona norte da capital), o conceito dos alunos ficou abaixo do básico no Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo). "Meu livro de português é da 2ª série e o de ciências é da 1ª, e eu estou na 4ª", diz Amanda Manoelli Santos, 10 anos.

O desempenho ruim --a escola é a última em português entre 580 colégios e uma das últimas também em matemática-- está relacionado ainda à falta de higiene. Em parte do horário que deveria ser dedicado aos estudos, os alunos limpam as carteiras e o pátio. A escola tem apenas uma faxineira, que não dá conta.

"Tem rato, barata e ninho de pomba aí. É perigoso deixar as crianças comerem a merenda", diz Eva Pereira dos Santos, 67 anos. O neto dela, Wesley Raion, 11 anos, conta que o coordenador da escola dá vassouras para a turma limpar a sala. "Se a gente não obedece, sai mais tarde", diz.

Diante da falta de estrutura, os pais não se surpreendem com a posição da escola no Saresp. "Tenho de estudar com meu filho, ensinar a lição, para que ele saiba ler e escrever", diz Maria do Carmo Pereira, 33 anos. "Os professores são esforçados, mas o ambiente não ajuda.

Do lado de fora, mais problemas. O muro baixo da escola facilita a saída das crianças. Ontem, a reportagem flagrou estudantes pulando as paredes sem qualquer fiscalização. "Aqui não tem segurança. Não passa guarda nem carro da ronda escolar. Dá briga toda hora na porta", afirma Eva, avó de Wesley.

Salas superlotadas --com mais de 40 alunos--, biblioteca desestruturada e laboratório de informática sem uso completam a lista de falhas apontadas pelos pais. Muitos reconhecem que é difícil incentivar os filhos a estudar em um ambiente tão precário. O resultado é refletido na frequência das crianças, que acumulam faltas.

"Minha filha menor, que está na 1ª série, já pede para mudar de escola. Ela não gosta de sujeira", diz Maria do Carmo.

"Gabarito errado prejudica nota"

Fonte: 15/04/2009 - Adriana Ferraz - do Agora

Nem é preciso passar pelos portões da Escola de Aplicação da Faculdade de Educação da USP --cujos alunos da 4ª série tiveram as melhores notas em português no Saresp-- para notar o cuidado no trato com os alunos. No espaço limpo, crianças leem pelo jardim. A mesma prática é seguida com os alunos da 6ª série, mas, segundo dados do Saresp, as turmas desse ano estão abaixo da média. Para a direção da unidade, houve erro na divulgação das respostas.

A orientadora pedagógica da escola, Marlene Isepi, diz que os alunos perceberam, no dia das provas de português e matemática, que a folha de prova era de uma versão diferente da do papel em que deveriam marcar as respostas (as provas têm várias versões, sendo que a ordem das questões é diferente em cada uma delas; o aluno deve receber a mesma versão das folhas de prova e de respostas).

Marlene diz que a escola enviou para a Secretaria da Educação um pedido para que fossem desconsideradas as folhas de respostas e que a correção fosse feita pela folha de prova dos aluno. "Desconfiamos que não foi atendido, porque as diferenças [de notas] são enormes.

A escola de educação fundamental e de ensino médio da USP é, tradicionalmente, bem colocada em rankings, daí a desconfiança. "Não é só na aula de português que a leitura e a escrita devem ser ensinadas ou incentivadas. A prática serve para todos", diz.

A escola também tem uma sala de leitura --anexa à biblioteca com mais de 30 mil livros-- montada para criar um ambiente agradável, onde os alunos podem ler no tapete ou em almofadas.

Secretaria da Educação vai apurar reclamações

Espero que de fato alguém investigue. Importante lembrar que o número de funcionários nas escolas é estabelecido em função do módulo que é constituido pelo número de salas de aulas total da escola, não em espaço físico mas sim as ocupadas pelos alunos. Infelizmente em muitas escolas, de fato não tem funcionários e a prática de pedir para alunos ajudar na limpeza é muito mais comum do que se imagina. Entretanto é um fato a verba dada pelo Estado para a aquisição deste material. Com relação ao material, os livros são entregues através do PNLD - Programa Nacional do Livro Didático, programa do governo federal e nesse caso os livros regularmnete chegam as escolas, e quando existe a falta basta solicitar na Diretoria de Ensino, pois, de modo geral as Diretorias articulam as trocas e sobras de livros entre as escolas de sua jurisdição. Com relação a escola de aplicação da USP, é público o quanto é eficiente e eficaz com vários resultados disponibilizados para consulta. Não duvido que possa ter ocorrido falha do Estado. Difícil talvez seja reconhecer o erro. Fonte: 15/04/2009 - Adriana Ferraz - do Agora

A Secretaria de Estado da Educação informou ontem que desconhece a troca de livros didáticos relatada pelos alunos da Escola Estadual Dr. Genésio de Almeida Moura. O governo também assegurou que não há falta de material. Diante da denúncia, porém, a pasta diz que vai enviar um representante da Cogesp (Coordenadoria de Ensino da Grande São Paulo) à escola para verificar os problemas.

Sobre a falta de faxineiras para limpar as salas de aula e o pátio, a secretaria informou apenas que o quadro é suficiente para o local, mas não mencionou quantos funcionários fazem o serviço atualmente.

Segundo o Estado, o trabalho será terceirizado em breve em todas as escolas.

A diretoria da escola negou, porém, que os alunos sejam convocados para a limpeza e afirmou que os professores não pedem colaboração em detergentes ou esponjas --o governo fornece esse tipo de material. Segundo a secretaria, é "inadmissível que um aluno limpe a escola.

Saresp

As diferenças relatadas pela Escola de Aplicação da Faculdade de Educação da USP na divulgação dos resultados do Saresp para a 6ª série também serão investigadas pela pasta.

Ontem, a secretaria afirmou, porém, que a USP não enviou nenhum formulário de reclamação. Segundo a pasta, os documentos relacionados à aplicação do exame na escola estão preenchidos como se não tivesse havido nenhum problema com as fichas de respostas.

Lula entrega hoje medalhas a campeões da Olimpíada de Matemática das Escolas Públicas

15/04/2009 - 10h10 - da Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa nesta quarta-feira, no Rio, da solenidade de premiação dos campeões da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) 2008.

Participaram da olimpíada no ano passado 18,3 milhões de estudantes, da 5ª série do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio. Além das medalhas de ouro, prata e bronze que serão entregues aos vencedores, a quarta edição da Obmep concederá 3.000 bolsas de iniciação cientifica do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), no valor de R$ 100 mensais. Durante um ano, os vencedores poderão receber aulas extras preparadas pela equipe da Obmep.

Ao falar sobre a olimpíada, o diretor-geral do Instituto de Matemática Pura e Aplicada, César Camacho, disse que ela ressalta o fato de que a escola pública brasileira encontra-se carente de receber programas de qualidade.

"A vantagem da olimpíada é que o material enviado pela organização da competição é muito bem preparado por matemáticos profissionais, com apoio de antropólogos, numa linguagem acessível, em que os professores podem preparar seus alunos para a competição --o que por si só já estimula o estudo da matemática nas escolas".

A solenidade será realizada na Escola Naval, no centro do Rio, e o presidente --acompanhado pelo governador Sérgio Cabral e os ministros da Educação, Fernando Haddad, e da Ciência e Tecnologia Sérgio Resende --participará da entrega de medalhas de ouro a 300 alunos.

Segundo os organizadores, a "maior olimpíada de matemática do mundo" já atinge 99% dos municípios brasileiros e chega a 40.377 escolas municipais, estaduais e federais.

Lula entrega hoje medalhas a campeões da Olimpíada de Matemática das Escolas Públicas

15/04/2009 - 10h10 - da Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa nesta quarta-feira, no Rio, da solenidade de premiação dos campeões da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) 2008.

Participaram da olimpíada no ano passado 18,3 milhões de estudantes, da 5ª série do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio. Além das medalhas de ouro, prata e bronze que serão entregues aos vencedores, a quarta edição da Obmep concederá 3.000 bolsas de iniciação cientifica do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), no valor de R$ 100 mensais. Durante um ano, os vencedores poderão receber aulas extras preparadas pela equipe da Obmep.

Ao falar sobre a olimpíada, o diretor-geral do Instituto de Matemática Pura e Aplicada, César Camacho, disse que ela ressalta o fato de que a escola pública brasileira encontra-se carente de receber programas de qualidade.

"A vantagem da olimpíada é que o material enviado pela organização da competição é muito bem preparado por matemáticos profissionais, com apoio de antropólogos, numa linguagem acessível, em que os professores podem preparar seus alunos para a competição --o que por si só já estimula o estudo da matemática nas escolas".

A solenidade será realizada na Escola Naval, no centro do Rio, e o presidente --acompanhado pelo governador Sérgio Cabral e os ministros da Educação, Fernando Haddad, e da Ciência e Tecnologia Sérgio Resende --participará da entrega de medalhas de ouro a 300 alunos.

Segundo os organizadores, a "maior olimpíada de matemática do mundo" já atinge 99% dos municípios brasileiros e chega a 40.377 escolas municipais, estaduais e federais.

O Secretário de Educação do Estado de São Paulo começou bem...

De modo geral os secretários de educação dificilmente atendem. Sempre estão ocupados, não atendem os grupos organizados dos alunos e depois pede que as escolas desenvolvam criticidade no corpo discente, que desenvolvam atividades de protagonismo juvenil, pedem para revitalizar e estruturar os grêmios estudantis. De nada vale se na hora em que se organizam não são respeitados. Normalmente estas comissões atendem só para não deixar transparecer que o governo não respeita os colegiados. Pois provavelmente depois do atendimentos os documentos vão para o "cesto ofício".
15/04/2009 - 13h38 - Da Redação - UOL Educação - Em São Paulo

Comissão da Secretaria da Educação de SP recebe manifestantes; Paulo Renato faltou

Estudantes da UNE (União Nacional dos Estudantes) e da Ubes (União Brasileira de Estudantes Secundaristas) que fizeram uma passeata nesta quarta-feira (15) foram recebidos por uma comissão de assessores da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo. O secretário Paulo Renato Souza não esteve presente. Segundo a assessoria de imprensa da pasta, Paulo Renato estava em um compromisso na secretaria - que não foi divulgado. Os estudantes foram orientados a enviar um ofício com as reivindicações.
Mario Ângelo/AE
Estudantes partiram do MASP em direção à República; lentidão na Consolação
"Vamos protocolar o documento e insistir por essa reunião", afirma o presidente da Ubes, Ismael Cardoso. "Paulo Renato assumiu e vai ter um tempo para provar que pode construir uma gestão mais democrática. Viemos pedir mais democracia nas escolas", diz. Os estudantes planejam novas manifestações, a princípio, para o dia 25 de abril. Mais reivindicações
Entre outras reivindicações, os universitários pedem ao governo federal que duplique a verba de assistência estudantil. Segundo André Pereira Tokarfki, um dos diretores da UNE (União Nacional dos Estudantes), é preciso um plano para a "permanência do estudante na universidade". Eles também pedem a aprovação do projeto que destina 50% das vagas das universidades federais a egressos da escola pública. "No ano passado, foram R$ 200 milhões aplicados em assistência estudantil; queremos que o valor dobre", disse André, 25, que é estudante do 5º ano do curso de direito da UFG (Universidade Federal de Goiás). Segundo a assessoria de imprensa do MEC, a duplicação do valor vai acontecer em 2010. Ainda segundo o diretor da UNE, cerca de 5 mil estudantes participaram da caminhada que partiu do MASP, na avenida Paulista, em direção à Praça da República. O número diverge da estimativa da PM (Polícia Militar) que contabilizou 200 manifestantes. Por ocupar duas faixas da Rua da Consolação, o grupo de estudantes provocou lentidão no trânsito. Pauta do ensino médio
Os estudantes do ensino secundário, representados pela Ubes (União Brasileira de Estudantes Secundaristas), querem o fim do vestibular. E discordam do modelo proposto pelo MEC que utilizará o novo Enem como prova para ingresso nas universidades federais. Para Ismael Cardoso, presidente da Ubes, a melhor maneira de selecionar os alunos seria "aplicar o Enem de maneira seriada, ou seja, no final de cada ano do ensino médio".

Verba milionária para a educação no Estado de Pernambuco

Espero que de fato a verba seja destinada e usada em prol da melhoria da educação.

Fonte: Publicado em 15.04.2009, às 00h40 -Do Jornal do Commercio

O Banco Mundial (Bird) decidiu nessa terça-feira (14) conceder um crédito de 154 milhões de dólares para melhorar o ensino público no Estado de Pernambuco, segundo informou o próprio organismo em um comunicado. Nesta quinta-feira, o governador Eduardo Campos e o secretário de Educação Danilo Cabral estarão em Brasília, no Distrito Federal, para assinatura do acordo. O dinheiro foi disponibilizado graças a um projeto apresentado pela administração estadual no mês de novembro de 2008, quando o chefe do executivo visitou Washington, capital dos Estados Unidos.

A verba financiará um projeto para monitorar os resultados nas escolas e verificar se o dinheiro público está sendo bem aplicado. “Este novo programa nos dará as ferramentas para realizar o trabalho de fornecer um ensino de qualidade para nossas crianças e jovens”, disse o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, em declaração citada pelo Bird.

“Entre seus objetivos, o projeto pretende assegurar que as crianças aprendam a ler mais cedo, pilar do enfoque baseado em resultados que o Estado busca para o setor", destacou o diretor do Bird para o Brasil, Makhtar Diop.

Segundo informações contidas no endereço eletrônico do Bird, o investimento servirá para, entre outras coisas, introduzir reformas de gestão que conduzam a uma maior eficiência no uso de recursos públicos na área de educação, melhorar a infraestrutura das escolas estaduais, corrigir a distorção idade-série existente nas instituições de ensino pernambucanas, bem como criar mecanismos que auxiliem o monitoramento da evasão escolar e a adequação do número de alunos em cada sala de aula.

O texto cita, ainda, outras melhorias como introdução de laboratórios de computação e treinamento para os professores e reformas nas bibliotecas. Os detalhes sobre os prazos do financiamento serão repassados durante o encontro na capital federal.

Professores de Pernambuco fazem manifestação nesta quarta-feira

As paralizações estão acontecendo em várias cidades e estados. Isso mostra o quanto o poder público está preocupado com esta área que tanto dinheiro tem. A dificuldade talvez seja de investir, afinal de contas precisa sobrar algum. Para quem? Reflitam. Só sabemos que estes investimentos não estão chegando nas escolas e tão pouco aos professores.
15/04/2009 - 14h57 - Ana Okada - UOL educação - Em São Paulo
Professores da rede estadual de Pernambuco realizaram protesto nesta quarta-feira (15). Segundo o Sintepe (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Pernambuco), cerca de 300 professores levaram cartazes e queimaram diários de classe em frente à Secretaria de Educação do Estado. Os docentes reivindicam o direito a participar de atividades legais, a substituição de professores que estão em licença médica, a eleição direta para diretor, a implantação integral da lei do piso e o aumento do tempo extra-classe para organizar as aulas.
Reprodução
Cerca de 300 professores queimaram seus diários de classe na manhã desta quarta (15)
De acordo com a vice-presidente do Sintepe, Antonieta Trindade, o governo se comprometeu a analisar a pauta. "Em Pernambuco recebemos o piso antes de a lei ser aprovada; agora queremos assegurar também a implantação do reajuste de janeiro, de 19,2% e a quantidade de aulas-atividades prevista, que é de 1/3", explica. A próxima assembleia do sindicato será em 6 de maio. Segundo Antonieta, os docentes de PE também irão participar da paralisação nacional de 24 de abril pela implantação do piso, organizada pelo CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educaçaõ). A rede estadual de Pernambuco tem, atualmente, 66 mil trabalhadores de educação e mais de um milhão de alunos.

APEOESP conclama todos os professores a paralisar as atividades

EM DEFESA DA JORNADA DO PISO

No próximo dia 24 de abril, às 14 horas, professores realizam nova assembléia estadual, com paralisação, em frente à Secretaria da Educação, na Praça da República. A atividade engrossará a greve nacional dos trabalhadores em educação, organizada pela CNTE em defesa da aplicação da Lei do Piso Salarial Nacional Profissional em todos os estados e municípios brasileiros.

Garantia de 33% da jornada para atividade extraclasse (conforme determina a Lei do Piso); concurso público classificatório em todos os níveis e disciplinas assegurando estabilidade aos ACTs; novo Plano de Carreira, fim da superlotação das salas de aula; reajuste salarial para todos; incorporação das gratificações com extensão aos aposentados; 27,5% para repor as perdas salariais; fim da política de bônus; revogação do Decreto 53037 e da Lei 1041 e imediatas ações contra a violência nas escolas são alguns tópicos da pauta de reivindicações da categoria.

É de suma importância que um grande número de professores participe da assembléia pressionando o novo secretário da Educação, Paulo Renato Souza, a atender a pauta já encaminhada pela diretoria do Sindicato. Em 2008, a mobilização e organização garantiram conquistas e ampliaram direitos. Além disso, provocou a queda da secretária Maria Helena, que, de forma profundamente desrespeitosa, impôs provinha aos ACTs, adotou “jornaizinhos” com erros crassos e instituiu bonificação por resultado com critérios obscuros, confusos e injustos, desestimulando o trabalho de professores e equipes escolares.

Contra todas estas ações e pela adoção imediata da jornada do Piso, o que assegurará a abertura de novos postos de trabalho e melhoria na qualidade do processo de ensino-aprendizagem, todos devem paralisar as atividades em 24 de abril. A assembléia estadual será a partir das 14 horas na Praça da República.

APEOESP conclama todos os professores a paralisar as atividades

O Sindicato divulgará matéria paga convidando todos os professores a participar da paralisação em 24 de abril, comparecendo à assembleia. A matéria será veiculada na TV Globo, nos dias 21 e 22 de abril, intervalo dos telejornais Bom Dia Brasil (entre 7h15 e 8h10) e Jornal da Globo (entre 23h55 e 0h30 ), respectivamente. O programa televisivo da APEOESP - EducAção na TV – veiculará matéria sobre a paralisação neste sábado, 18 de abril, às 13h05, na Rede TV! Associados estão recebendo carta assinada pela presidenta da APEOESP. Além do convite, a carta reforça a importância da aprovação das diretrizes nacionais da carreira do Magistério, cuja relatoria foi da presidenta do Sindicato, pelo Conselho Nacional de Educação do MEC. Todas as escolas e subsedes receberam cartazes divulgando a assembleia com paralisação.

Secretaria divulga classificação final dos 45,5 mil aprovados no concurso de Agente de Organização Candidatos devem se apresentar para escolha de vaga

Candidatos devem se apresentar para escolha de vaga a partir do próximo dia 22

A Secretaria de Estado da Educação divulga nesta quarta-feira, 15 de abril, a classificação final dos 45.544 aprovados no concurso para Agente de Organização Escolar. A relação com a classificação dos aprovados foi publicada na edição de hoje do Diário Oficial do Estado. A lista poderá ser consultada pelo site www.imprensaoficial.com.br . O site da Secretaria ( www.educacao.sp.gov.br ) também terá um link para a relação .

De imediato, a Secretaria de Estado da Educação irá chamar 11.274 aprovados no concurso. Os agentes de organização escolar receberão salário de R$ 654,86 mensais, com carga horária de 8 horas diárias. As vagas são para todas as 91 Diretorias de Ensino do Estado. Só para a Capital e Grande São Paulo são 6.654 novos funcionários da pasta, outros 4.620 aprovados irão reforçar o quadro de servidores do interior e litoral do Estado.

Os aprovados têm entre os dias 22 e 24 de abril para realizar a escolha de vaga. Eles devem comparecer à Diretoria de Ensino onde realizaram a prova. O calendário, datas, horários e a relação de documentos necessários também serão divulgados na edição de amanhã do Diário Oficial.

O Agente de Organização tem como atribuições dar suporte às atividades da secretaria da escola, desenvolver atividades no âmbito da organização escolar, atender à comunidade escolar, realizar trabalho de digitação de informações, efetuar registros e manter atualizados arquivos cadastrais. Além disso, ele deve contribuir para a integração escola-comunidade, colaborar na implementação da proposta pedagógica e controlar a movimentação dos alunos no recinto da escola e em suas imediações.

* Clique aqui e confira sua classificação

Documento Oficial do Enem

Caros colegas, caso tenham interesse em ler o documento que foi enviado aos reitores das universidades federais, cliquem no título. Boa leitura.

Ensinar 2 milhões de adultos a ler é o desafio para este ano

Fonte: nota10.com.br Estados, municípios e o Distrito Federal têm este ano o desafio de colocar em salas de alfabetização 2,1 milhões de jovens e adultos que ainda não dominam a leitura e a escrita. O prazo para aderir ao Programa Brasil Alfabetizado é de 90 dias, conforme a Resolução n.º 12/2009, publicada no Diário Oficial da União em 7 de abril.A meta de 2,1 milhões de alfabetizandos compreende todas as unidades da Federação, especialmente os 1.928 municípios situados nos nove estados da região Nordeste, mais o Pará, Tocantins e Acre, onde estão os mais altos índices de analfabetismo do país. De acordo com Mauro Silva, coordenador geral de alfabetização da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), a definição da meta tem por base os planos plurianuais de alfabetização (PPAlfa) elaborados por estados, municípios e Distrito Federal para o triênio 2008-2010. Nesses três anos, a meta é alfabetizar 3,9 milhões de jovens e adultos.Os secretários de educação da região Nordeste e dos três estados da região Norte celebraram um pacto com o Ministério da Educação (MEC) em 27 de janeiro. O pacto define duas ações: um esforço concentrado durante três anos (2008-2010) para a alfabetização de jovens e adultos e a garantia de vagas para eles nas redes públicas para que continuem os estudos.Para auxiliar os estados e municípios que apresentam dificuldades para executar o Brasil Alfabetizado, o MEC enviará a essas localidades 54 consultores. O papel dessa equipe especializada e treinada, explica Mauro Silva, é tirar dúvidas em todas as etapas do processo – da mobilização para cadastrar alfabetizadores e alfabetizandos ao uso adequado e produtivo dos livros didáticos, passando pela matrícula dos alunos. O esforço, segundo Mauro, é para dar maior efetividade ao programa – menos evasão, maior rendimento escolar, motivação para ingresso na rede regular e para completar a educação básica.Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2007 revelam que o analfabetismo de jovens de 15 a 17 anos é de 1,7%, índice que vai subindo conforme aumenta a idade dos adultos. Na faixa de 45 a 54 alcança a 11,7%.

Faculdades discutirão os Objetivos do Milênio

Fonte: nota10.com.br O Movimento Nós Podemos Paraná e o Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) iniciam esta semana a série de 30 encontros em todas as regiões em prol dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). O primeiro será na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em Curitiba, dia 16. Na sexta-feira (17), as discussões serão na Universidade Federal do Paraná (UFPR), com envolvimento de alunos da UFPR, UniBrasil, Fesp e Faculdades Spei. A agenda pode ser conferida no site www.nospodemosparana.org.br, onde também é possível fazer as inscrições.Este ano, os trabalhos envolverão universitários de todo o Paraná, que poderão receber certificação da United Nations Volunteers Programme (UNV), programa de voluntários da Organização Nações Unidas (ONU), ao desenvolverem trabalhos de conclusão de curso, estágios supervisionados, projetos de extensão e todas as formas de atividades complementares que impliquem em projetos, práticos ou teóricos, que envolvam os Objetivos do Milênio. Os ODM são metas pactuadas pelo Brasil e por outros 190 países membros da ONU para melhorar indicadores sociais, ambientais e econômicos.“É de grande importância a parceria com o Movimento Nós Podemos Paraná, já que tanto o Movimento quanto o UNV visam à melhoria na vida das pessoas por meio do voluntariado. As duas organizações têm muito em comum e a parceria permite um benefício mútuo fortalecendo as atividades em execução e a elaboração de novas iniciativas em prol do desenvolvimento”, explica a oficial de Programas UNV Brasil, Anika Gärtner.Articulado pelo Sistema Fiep, o Movimento Nós Podemos Paraná trabalha desde 2006 para que o estado antecipe o alcance dos Objetivos do Milênio para 2010, cinco anos antes do prazo estipulado pela ONU. Até agora, o Movimento envolveu mais de 15 mil pessoas, em cerca de 250 municípios do Estado. Hoje são 19 Núcleos Regionais formados em todas as microrregiões, trabalhando com projetos e ações que visam o desenvolvimento local sustentável

Governo do Paraná retira projeto do Piso dos Professores

Governo para fazer média cria proposta, depois retira, é por estes e muitos outros motivos que os professores do Paraná entram em greve nesta terça feira dia 15/04.
Fonte: nota10.com.br O governador em exercício do Paraná, Orlando Pessuti, pediu de volta a mensagem 039/08 que fixava o piso de R$ 1.392,00 para os professores da rede estadual. A proposta, que já havia sido aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), estava paralisada na Assembleia desde o fim do ano passado. O motivo é que, na época, a liderança do governo havia pedido a retirada, por alegar ‘problemas de redação’.Agora Pessuti solicitou a retirada definitiva. A proposta do novo piso salarial para os professores havia sido encaminhada pelo governador Roberto Requião (PMDB), que está em viagem ao exterior. Na época o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou a lei federal 11.738/2008, que instituiu o piso nacional dos professores da educação pública e estipulou o valor de R$ 950,00. Mas Requião, junto com outros quatro governadores, assinou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF), contra a lei. Segundo Requião o estado precisaria contratar mais 6 mil professores se um dos aspectos da nova lei do Piso, a da hora-atividade (tempo que o professor utiliza para preparar aulas e demais atividades), passasse. Ela previa aumento da hora-atividade de 20% para 33%.O Supremo julgou em dezembro a Adin contra o piso. Ficou estabelecido que o piso salarial de R$ 950,00 seria introduzido a partir de janeiro, deste ano. O julgamento foi suspenso e não houve decisão sobre a criação de um terço de hora-atividade.Os deputados da oposição reagiram com indignação ao tomar conhecimento que o governo do estado desistiu de apresentar o projeto de lei. “Cai a máscara dos que dizem que defendem o servidor público. Não se pode administrar o estado enganando seus funcionários”, disse o deputado Élio Rusch (DEM), líder da Oposição.Rusch lamentou que o projeto tenha sido mais um factóide criado pela atual administração estadual. “O governo garantiu o aumento para o mínimo regional do setor privado e 24 horas depois retira o projeto do piso dos professores. É lamentável essa atitude”.Rusch lembrou que governo está retirando a proposta pela segunda vez. O projeto de lei foi retirado da pauta de votação em 10 de dezembro, com a justificativa que teriam correções a ser feitas. Na época, o piso nacional era R$ 950,00. O líder da Oposição cobrou a volta do projeto, que retornou à Assembleia com votação prevista para a última quarta-feira (8). De acordo com o projeto retirado pelo governo, os professores do Paraná ainda teriam um salário acima do piso nacional, fixado atualmente em R$ 1.132,40.O deputado Reni Pereira (PSB) considerou a retirada do projeto um absurdo cometido pelo governador. “Quando o salário é para ser pago pela iniciativa privada o discurso é fácil, tem que ter rapidez na votação, independente da economia comportar ou não o aumento, como foi com o mínimo regional. Mas quando é algo para beneficiar o servidor o projeto fica parado na Assembleia por seis meses. Isso demonstra a falta de vontade para votá-lo”.Pereira justificou a pressa para a aprovação do salário mínimo regional, votado na última terça-feira. “A festa do 1.º de maio, dia do Trabalhador, tem que acontecer, com shows e fogos de artifício pagos com dinheiro público. Já o anúncio do piso dos professores pode ficar para 2010 ou sabe-se lá para quando, porque o governador demonstra que isso não é prioridade”.O deputado Plauto Miró Guimarães (DEM) também criticou a retirada do projeto e lembrou com ironia que o governador Requião está de férias justamente nessa hora. “Não dá para entender. Parece que o governador gosta de fazer pose para fotografia no momento em que lança a ideia. Mas quando volta atrás não está aqui, está em férias passeando na Europa”, ironizou.Já o deputado Antonio Belinati (PP) condenou a falta de coerência do governador na apresentação dos projetos. “Em campanha eleitoral tanta fala bonita coberta de expectativa para os servidores públicos e aos professores. Passam as eleições, fecham as portas na cara dos nossos servidores. A retirada deste projeto é mais um exemplo claro disto”.O líder do governo, Luiz Claudio Romanelli (PMDB), disse na última quinta-feira que o julgamento do caso do Supremo Tribunal Federal (STF) tornou o projeto de lei sem efeito. “Não há um professor da rede estadual de ensino que ganhe menos do que R$ 1,3 mil pela carga horária de quarenta horas semanais”, disse.