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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Escola precária, punição para a Diretora

Apenas ratifico o comentário da UDEMO. E complemento: duvido que essa mãe esta mesmo preocupada com a educação do filho ou apenas com seus segundos de fama. Fato, isso passa, inclusive o tempo da filha na escola, no final ela não percebe que é a própria filha que saira da escola sem conhecimento, informação e preparação. Para isso que os pais deveriam lutar na escola, por uma instituição pública de qualidade. Tenho dó dessa mãe irresponsável, afinal de contas os filhos passam pela escola, mas continuara com ela para o resto da vida, ai sim eu quero ver o que ela ta criando com esse exemplo. Depois... chorar, será tarde demais...
Fonte: UDEMO
A Diretora da EE MMDC, que fica na Moóca, Capital, foi sumariamente afastada de suas funções, e será investigada, por ter dito a verdade a uma mãe de aluno sobre as condições da escola. Nessa escola, faltam professores de educação física, geografia, história, matemática, física e filosofia.
Provocada por uma mãe de aluno, a diretora teria dito-lhe o seguinte: “A senhora quer que escola pública funcione como escola particular, e não é assim”, referindo-se ao fato de que nas escolas particulares (que cobram de R$ 1.000,00 a R$ 1.500,00 de mensalidade) não faltam professores.
A mãe de aluno, sem avisar (o que é ilegal e antiético), gravou a conversa no celular e forneceu o conteúdo da gravação à imprensa (o que é antiético e ilegal).
A Secretaria da Educação, com base na notícia, afastou sumariamente a diretora, o que é antiético, ilegal e abusivo, uma vez que ela não teve direito sequer ao sagrado princípio constitucional da ampla defesa.
Já sai sentenciada e condenada, antes mesmo de qualquer processo. E, o que é pior, com base em prova duvidosa (a gravação nem sequer foi periciada), obtida de forma ilegal e fraudulenta.
E a EE MMDC, como fica?
Continua na Moóca. Com nova diretora, mas sem os professores de educação física, geografia, história, matemática, física e filosofia. E com os pais esperando que essa escola, algum dia, possa funcionar como uma boa escola particular: com professores e aulas.
Será que tem alguma coisa a ver com salários?

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Diretora de colégio é afastada pelo governo

Eu fico muito abismado quando vejo esta postura da SEE/SP, somente quando os casos aparecem na mídia é que se toma providências, será que ninguém sabia desses acontecimentos, pois, várias irregularidades acontecem em várias escolas, e de modo geral na diretoria de ensino todos ficam sabendo, mas sempre os processos são arquivados, ou como dizem, não dão em nada. Mas quando o caso toma outras proporções então o governo reage e normalmente afasta para instauração de apuração preliminar. É esperar para ver. Mas como escrevo sempre, esperamos muito e não vemos nada. Fonte: 16/04/2009 - Adriana Ferraz - do Agora

A diretora da Escola Estadual Dr. Genésio Almeida de Moura --cujo nome não foi divulgado-- foi afastada ontem, após denúncias publicadas pelo Agora. Os alunos da escola afirmaram que são obrigados a limpar as salas de aula e que os livros didáticos entregues pela direção estão em desacordo com as séries.

Há crianças de dez anos com livros indicados para estudantes de seis ou sete --a troca acontece no material de português e no de matemática. Para os pais, os problemas tiram a atenção dos alunos e geram baixo desempenho.

A tese tem fundamento: a escola é a pior colocada no ranking da 4ª série em português, segundo dados do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo).

A Secretaria Estadual da Educação informou que o afastamento é temporário, enquanto as denúncias são apuradas. Nos próximos dias, uma comissão da coordenadoria de ensino da Grande São Paulo supervisionará a escola.