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segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Vacinar ou não vacinar.... Eis a questão.

 Pessoas morrem de Sarampo, porque não se vacinam e criaram uma cultura que vacina é algo perigoso, esquecendo que política pública de vacinação é para o bem coletivo; mas tem tratamento e cura.

Pessoas morrem de Leptospirose, Disenteria Bacteriana, Esquistossomose, Febre Tifoide, Cólera, por falta de saneamento básico, que o poder público omisso e bandido não proporciona para toda a população; mas tem tratamento e cura.
Pessoas morrem de AIDS, mas tem tratamento como os remédios, e profilaxia como os PrEP, PEP e camisinha.
Pessoas morrem de fome e de frio, mas isso ocorre por omissão do poder público que não tem programas sociais que atendam a demanda, porque preferem roubar e desviar a finalidade das coisas.
Para as gripezinhas e resfriadinhos, tem tratamento e cura de forma muito tranquila e continuamos trabalhando e fazendo tudo.
Pessoas morrem em razão de suas doenças crônicas, mas não de um dia para o outro e devido a um Sistema Único de Saúde (mesmo quando um grupo de pessoas querem acabar com ele) a grande maioria tem tratamento e medicação garantida.
Pessoas estão morrendo e ainda vão morrer de COVID-19. Não tem tratamento, não tem profilaxia. Pq? Simplesmente porque é um vírus novo e por mais que nossa Ciência seja avançada e respeitada (não pelos nossos governantes) demora ainda um pouco para estabelecer protocolos com novas medicações, vacinas e etc.
Nesse momento, profissionais respeitados (Infectologistas, Epidemiologistas entre outros cientistas) estão em uma luta contra o tempo para minimizar todos esses impactos.
Por isso a orientação para o distanciamento e isolamento social, ninguém esta de frescura. Nenhum profissional esta de brincadeira. Já existe uma clareza de quem é esse grupo de risco e claro que temos que cuidar ainda mais dessas pessoas.
As escolas estão fechadas. Sim, estão. Não precisa ser gênio, mas se um dos critérios é evitar aglomeração, como evitar isso em espaços escolares que tem média 5OO pessoas por período. Lembrando que uma escola não tem só alunos, não sei se vocês sabem, mas em uma escola tem professores, auxiliares, gestores, funcionários administrativos, de limpeza, de preparo de alimentação. Infelizmente por falta de educação convencional (aquele que não aprendemos na escola) as pessoas não respeitam os pedidos e muitos ainda desafiam, por isso a necessidade de imposição do fechamento.
É um momento, é claro que pessoas vão morrer, já estão morrendo. A intenção com essas ações é diminuir esses números.
Não somos a Itália, somos pior que a Itália, temos milhões na extrema pobreza, milhões sem saneamento básico e sem contar a falta de educação de muitos, infelizmente.
Por empatia (se isso for possível) coloca-se no lugar de quem perdeu parentes e de quem está na agonia do parente em estado muito grave na UTI. Quem sabe assim você consiga entender melhor.
Claro que é para termos calma. Devemos ficar impacientes com a omissão dos governantes, com o roubo dos políticos e com a ironia e a dissimulação de outros, que usam o momento para fazer política.
Por isso meu respeito aos profissionais da saúde que estão preocupados em diminuir nossas tristezas e pesquisando diuturnamente formas de melhorar esse quadro triste atual.
Meu respeito para com todos que nesse momento estão trabalhando para garantir alimento, medicação, transporte, limpeza.
Vocês sim são heróis.

terça-feira, 18 de junho de 2019

Iamspe vacinará contra sarampo, caxumba e rubéola até 12 de julho

O Posto de Vacinação do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE) está participando da campanha de vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola.
 
A campanha vai até o dia 12 de julho. Neste período, o posto funcionará de segunda a sexta, das 8h às 12h, no 2º andar do Prédio dos Ambulatórios, na Rua Borges Lagoa, 1.755. 
É necessário apresentar um documento de identidade oficial com foto e, se possível, a carteira de vacinação.
 
Importante ressaltar que gestantes e pessoas com baixa imunidade causada por doença ou por tratamento não devem ser vacinar.
 
Devem se vacinar: 
Profissionais da educação; 
População institucionalizada;  
Estudantes (ensino fundamental, médio e superior); 
Trabalhadores da construção civil, do setor de turismo, de aeroportos e portos, como agentes de viagens, guias turísticos, taxistas, funcionários de hotéis e de empresas de transportes aéreo, marítimo e terrestre etc.; 
Profissionais do sexo; 
Mulheres puérperas e pós-abortamento;  
Viajantes.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Governo quer tornar obrigatória carteirinha de vacinação nas escolas

Fonte: Gazeta do Povo

"Em uma tentativa de reverter a queda nos índices de vacinação de crianças, o governo estuda tornar obrigatória a exigência da carteirinha nacional de imunização como requisito para a matrícula nas escolas.
 Atualmente, a apresentação da carteirinha de vacinação já é cobrada por parte das redes de ensino durante a matrícula dos alunos, mas não há uma regra federal sobre o tema. Agora, a ideia, que tem apoio do Ministério da Saúde, é fazer uma portaria conjunta com o Ministério da Educação para regulamentar essa exigência. A iniciativa foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo.
 A cobrança de um documento que comprove a vacinação foi defendida pela coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, Carla Domingues, durante uma audiência na Procuradoria-Geral da República. “Já vemos estados tendo ações de, em conjunto com as câmaras legislativas, olharem as cadernetas de vacinação. Será que não é o momento da Saúde, em conjunto com o MEC, ter um decreto nacional com obrigação de que cada escola observe a caderneta da criança e do adolescente?”, sugeriu.
 Não está claro, porém, se a exigência impediria o acesso do aluno à escola. Membros do Ministério da Saúde, porém, dizem avaliar que a ideia é que haja exceções. Nestes casos, pais de crianças alérgicas ou com contraindicação à vacina, por exemplo, seriam obrigados a assinar um documento com justificativa para a não vacinação dos filhos.
O mesmo valeria para aqueles que não desejam que os filhos sejam vacinados. A discussão integra um conjunto de novas ações em estudo para enfrentar a queda nos índices de cobertura vacinal no país. Conforme a Folha de S.Paulo publicou em junho, o país registrou em 2017 os mais baixos índices de vacinação em mais de 16 anos. “A partir de 2011 vemos gradativamente diminuição de coberturas vacinais. Isso mostra que estamos não vacinando as crianças da forma como vacinávamos no passado”, diz Domingues.
 Atualmente, o Estatuto da Criança e do Adolescente determina como “obrigatória” a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias. A cobrança dessa obrigatoriedade, no entanto, divide especialistas. A presidente da Sbim (Sociedade Brasileira de Imunizações), Isabela Ballalai, diz que a entidade deve elaborar um documento sobre o tema até o fim deste mês.
 Além da exigência da carteirinha durante a matrícula, representantes das secretarias de saúde defendem a necessidade de aumentar a parceria com as escolas para oferta das vacinas. Tal medida, porém, só poderia ser feita a nível estadual e municipal, já que as redes de saúde têm autonomia para organizar as ações.
“Temos que ir para a escola [vacinar]. E pai e mãe que não quiser tem que dar uma declaração de que não aceita”, afirma Mauro Junqueira, do Conasems (Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde).
 Segundo Domingues, outros problemas que precisam ser analisados são a falta de atualização do sistema de registro de vacinação pelas prefeituras e os horários limitados de funcionamento dos postos de saúde, que fecham às 17h.
 Apesar de considerar a mudança como necessária, Domingues diz que a quantidade insuficiente de profissionais na rede de saúde tem impedido a abertura de postos em horários ampliados. “Como vamos flexibilizar os horários de salas de vacina com recursos humanos insuficientes?”, questiona ela, que defende uma reorganização da atenção básica, com oferta de vacinação também para a população que não consegue se dirigir aos postos de saúde. “Precisamos repensar como ter equipes volantes e vacinação extramuros”, afirma.