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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Escola estadual em reforma faz rodízio de estudantes

É assim que teremos qualidade no ensino......
Fonte: 01/06/2012 Simei Moraes do Agora
Alunos da Escola Estadual Ministro Dilson Funaro, no Jardim Peri (zona norte de SP), frequentam apenas metade das aulas, em um rodízio criado pela unidade para dar espaço à reforma do prédio.
Os estudantes foram divididos em grupos para o revezamento de salas.
A medida atinge estudantes dos ensinos fundamental e médio desde 24 de abril.
O rodízio é diferente para quem estuda de manhã e para quem estuda de tarde.
Resposta
A Secretaria de Estado da Educação afirma que a obra na Escola Estadual Ministro Dilson Funaro não prejudicará o aprendizado dos alunos e que as aulas serão repostas de acordo com o calendário escolar.
Em nota, a pasta informa que a direção da escola tomou a decisão com os pais, uma vez que não havia outra alternativa para cumprir o calendário escolar.
A secretaria diz que as obras, de grande porte, não ficariam prontas nas férias.
Com investimento de R$ 394,5 mil, estão sendo feitos estacionamento, restauração de iluminação externa, reforço nos portões e pintura, entre outros serviços.
Os alunos não frequentam as partes em obras e a limpeza do prédio foi intensificada.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Sem carteira, alunos sentam no chão em escola da zona sul de SP

Fonte: 19/02/2010 - 08h37 - VINÍCIUS DOMINICHELLI - do Agora
Parte dos alunos da Escola Estadual Presidente Café Filho, no Campo Limpo (zona sul de São Paulo), voltaram quinta-feira (18) às aulas em um prédio novo, mas sem itens básicos para estudar. No primeiro dia de aula, eles tiveram de sentar no chão --em cima de pedaços de papelões--, pois ainda não havia carteiras.
Além desse problema, a escola reduziu o tempo do aluno na escola. Ontem, foram apenas duas horas de aula para cada turma. Isso aconteceu não apenas para os alunos do prédio novo, mas para todos os estudantes da unidade escolar.
Os alunos reclamaram que a nova construção estava com resto de material de construção e goteiras. Os professores sofreram com a falta de armários.
Uma das professoras, que pediu anonimato, disse que já tentou tomar providências. "Liguei para o Conselho Tutelar, mas disseram que aceitam esse tipo de denúncia só pessoalmente. Um aluno não pode ser tratado como lixo e ser colocado no chão."
Em obras
Dentro do novo prédio, os barulhos da obra, que ainda não foi concluída pelo Estado, continuavam mesmo com as aulas em andamento. Nos corredores havia muito pó e a sujeira.
Um pai de aluno, de 52 anos, disse que pretende tirar seu filho da escola o mais rápido possível. "Onde já se viu começar aula sem carteira para as crianças sentarem?", afirmou o homem, que também pediu que seu nome não fosse divulgado.
Do lado de fora do colégio, uma placa do governo do Estado informa que foram gastos mais de R$ 4 milhões com o prédio novo e outros R$ 3 milhões com reformas.
Outro lado
A Secretaria de Estado da Educação afirma que as cadeiras, mesas e armários serão entregues às 6h de hoje na escola estadual Presidente Café Filho. Questionada, a pasta disse que o atraso da entrega foi por causa das chuvas que atingem São Paulo.
A secretaria da gestão José Serra (PSDB) disse ainda que as duas horas de aula dadas ontem foram apenas para os alunos interagirem, já que muitos não se conheciam ainda. Segundo a pasta, a grade horária será normal a partir de segunda-feira.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Em reforma, escola estadual inunda na chuva

Esse é o programa + dinheiro jogado no lixo. Quer dizer gasta-se dinheiro a qualquer custo. O governo diz o tempo todo que economiza. Porque não obriga as empresas a fazerem os reparos sem custo adicional, haja vista que o serviço foi pago e com certeza muito bem pago. Mas depois o governo faz um aditamento no contrato e todos ficam felizes, se bobear as empresas pedirão para desastres ocorrerem nas escolas, assim eles terão mais serviços e ganharão "rios" de dinheiro. Aumento, valorização profissional, nem pensar.
Fonte: 16/09/2009 - Bruno Ribeiro - do Agora
Após uma reforma orçada em R$ 510 mil, os alunos da Escola Estadual Professor Antônio Francisco Redondo, em Pirituba (zona norte de SP), passaram por uma tarde de caos durante as chuvas da terça-feira da semana passada. Vazamentos fizeram a água brotar de bolhas nas paredes, de tomadas e das caixas de força, inundando corredores e prejudicando as aulas. "A gente teve de mudar de lugar e pular a água para sair da sala. Da tomada, saía um monte de faíscas, o pessoal teve medo de que alguma coisa pegasse fogo", disse o estudante Guilherme Vilela, 16 anos. Os alunos contam que a escola, que tem 1.250 alunos do ensino médio, já tinha problemas de infiltração. "Depois da reforma, ficou muito pior do que era antes. Na chuva da semana passada, inundou tudo, a água jorrava. E o medo de tomar um choque ou tudo pegar fogo?", disse o aluno Kauê Matos, 16 anos.A reforma começou em julho e tem prazo de 200 dias para que termine. O resultado dos vazamentos foi desperdício de dinheiro: as paredes pintadas em julho já descascaram.Outras duas escolas estaduais, a Tarsila do Amaral, em Osasco (Grande SP), e Professor Joaquim Leme do Prado, na Casa Verde (zona norte de SP), tiveram problemas parecidos. Com as chuvas, os colégios ficaram inundados. RespostaA reportagem perguntou à Secretaria de Estado da Educação o que provocou o alagamento na escola Antônio Francisco Redondo e se o Estado (ou a empresa que está fazendo a obra) arcaria com os custos dos reparos. O Agora perguntou também sobre os outros dois colégios. A secretaria respondeu dizendo que as escolas "passam por obras de melhoria na infraestrutura e que as reformas estão sendo executadas dentro do prazo estabelecido. Todas as intervenções previstas e as que surgirem eventualmente, como por exemplo, pintura, serão executadas mesmo que haja acréscimo no valor orçado inicialmente".