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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Governador anuncia reajuste para funcionários públicos

O governador de São Paulo anunciou nesta quinta-feira (4) reajuste de 3,5% a todas as categorias do funcionalismo público estadual, com índice de reajuste aos professores de 7%. Só a categoria da educação equivale a um terço dos mais de um milhão de servidores estaduais.

A medida foi oficializada em projeto de lei encaminhado à Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo), que retorna aos trabalhos no próximo dia 1º. Independentemente da data em que for votada a matéria, o reajuste será retroativo ao primeiro mês.

De acordo com o governador, o reajuste será concedido a servidores das administrações direta e autárquica, ativos, aposentados e pensionistas.  A medida abrange também reajuste de 50%, de R$ 8 a R$ 12, no auxílio-alimentação a servidores que ganham até 3.777 mensais.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Justiça determina reajuste do salário de parte dos professores do Estado de SP

Fonte: O Estado de São Paulo
O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que o governo do Estado de São Paulo reajuste o salário-base dos professores da rede pública estadual para que o piso nacional da categoria seja efetivamente cumprido. A decisão afeta cerca de 18.360 profissionais. 
Em janeiro, a gestão Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou que cumpriria a lei nacional - que determina que nenhum professor receba menos do que R$ 2.298,80 -, no entanto, a medida se deu por meio de abono e não por reajuste em cima do salário-base. 
O governo estadual descumpre a lei desde 2015 por não pagar o valor mínimo a cerca de 10% dos seus professores - que recebiam R$ 2.086,93. A Secretaria Estadual de Educação anunciou que o abono começaria a ser pago na folha de pagamento de março e custaria cerca de R$ 68 milhões. 
"Nenhum profissional poderá ganhar remuneração inferior a estabelecida no âmbito nacional e, portanto, referido montante deve ser o piso para o cálculo das respectivas vantagens pecuniárias. Ao restabelecer que o valor do abono complementar não será considerado para efeito do cálculo de qualquer vantagem pecuniária, exceto no cômputo do décimo terceiro salário e no cálculo do terço de férias, o Executivo Estadual, por via indireta, promove minoração indevida do valor do piso salarial mínimo", disse em sua sentença o juiz Evandro Carlos de Oliveira, da 7ª Vara de Fazenda Pública. 
A sentença, em primeira instância, determina que o governo estadual promova o reajuste do salário base inicial dos professores, incorporando ao salário base o abono concedido em janeiro, "com repercussão na carreira e nas demais vantagens incorporáveis". 

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Reajuste Salarial – Resumo

O Projeto de Lei Complementar, enviado pelo Governador à Assembleia Legislativa, propondo uma reestruturação salarial para o magistério, em resumo, significa o seguinte:

Os pisos salariais serão reajustados em 8,12%, a partir de 1º de julho de 2013. Para 1º de julho de 2014, permanece o reajuste de 7%. Por serem reajustes nos pisos, eles abrangem os aposentados e os pensionistas;

O Adicional de Transporte do Diretor de Escola foi elevado de 10% para 15% do salário inicial do Diretor, ficando, a partir de 1º de julho, em R$ 398,13;

O Adicional de Transporte do Supervisor de Ensino foi elevado de 20% para 25% do salário inicial do Supervisor, ficando, a partir de 1º de julho, em R$ 757,73;

A Gratificação de Função, do Vice - Diretor e do Professor Coordenador, foi elevada de 15% para 30% do salário inicial do Diretor de Escola, ficando, a partir de 1º de julho, em R$ 796,26;

Todos os demais itens permanecem inalterados.

Clique aqui para ver o texto completo do Projeto.

sábado, 9 de março de 2013

Carta aos Escritórios, Regionais, Representantes e Associados

Fonte: UDEMO

Sobre a importância da participação de nossos associados nas reuniões dos Escritórios ou nas Regionais, como preparação para a Campanha Salarial de 2013.

Numerosos são os contatos de associados, aposentados e ativos, com a Diretoria Central, por telefone, cartas e e-mails, reivindicando ações do Sindicato no sentido de obter complementação dos reajustes já concedidos até 2014.

Nesses contatos, alegam (alguns até com certa agressividade), com carradas de razão, que os salários dos especialistas, dada a importância do cargo, são absolutamente incompatíveis com as necessidades dos gestores, e que é preciso ação enérgica do Sindicato no sentido de arrancar do governo essa complementação salarial, a fim de equacionar definitivamente nossos salários.

Nesse sentido, é preciso esclarecer que o Sindicato não faz outra coisa, em todas as audiências na SEE, senão questionar o Secretário a respeito da remuneração dos gestores.

E foi em meio a essas discussões na SEE, durante o ano de 2012, que nos declarou o Secretário da Educação ter enviado ao Governador proposta de reajuste salarial complementar para o magistério e concessão de benefícios aos gestores escolares, o que, afinal, não se concretizou, devido ao total descaso por parte do Sr.

Governador. Então, perguntamos aos nossos filiados: - seria suficiente o empenho da Diretoria Central junto à SEE e ao Governador, em audiências, envio de ofícios, emails, entre outras ações, que em nada têm alterado a conduta governamental no que diz respeito às nossas demandas?

Os colegas gestores já devem ter percebido que essas ações têm-se mostrado absolutamente insuficientes na medida em que elas não embutem ameaças concretas que tendam a produzir problemas para o governo e SE, como seria o caso, por exemplo, de uma paralisação, que mal ou bem os atingem, quando o volume de adesão de diretores, professores, supervisores e funcionários, envolve um número significativo de profissionais e as escolas param em grande número.

Claro que mobilizações com baixa adesão não assustam as autoridades, que, nessas circunstâncias, fazem ouvidos moucos às nossas reivindicações.

Nesse sentido, os colegas mais antigos sabem que todas as grandes paralisações dos anos 80 e 90 resultaram em grandes vitórias sindicais e elevados reajustes, infelizmente, comidos pela imensa inflação daqueles períodos.

Queremos lembrar, ainda, que as duas últimas grandes mobilizações do magistério, respectivamente em 2008, no início do governo Serra, que reuniu cerca 30.000 profissionais da educação na Praça da Sé, e a greve de abril de 2010, ao fim do exercício do mesmo governador, só não atingiram seus objetivos em razão de, a primeira não ter tido continuidade, e a segunda, pelo fato de, após as concorridas assembleias, grande parte dos participantes voltarem ao trabalho em suas escolas, descaracterizando a greve, enfim encerrada sem quaisquer resultados.

Muitos alegam que a greve não resolve os problemas do magistério.

Mas, por detrás dessa afirmação, existiriam temores que justificassem esse ponto de vista?

Sob alguns aspectos, é compreensível essa posição derrotista, uma vez que a paralisação implicará, fatalmente, a perda de parte do salário do mês, posto que as faltas serão descontadas, e o dinheiro só será devolvido após a reposição das aulas ou dos dias parados (no caso dos especialistas), sem a garantia de que as faltas, depois da reposição, sejam eliminadas do prontuário.

A manutenção das faltas no prontuário dos profissionais, mesmo depois das reposições, acontece quando a greve é encerrada pelas entidades, ocasião em que a eliminação delas não é negociada através de documento devidamente assinado pelas partes, no qual esses termos estão claramente explicitados, a fim de se poder cobrar na justiça o seu cumprimento.

Os fatos acima descritos têm afastado a maior parte dos profissionais da educação das mobilizações. E com enormes prejuízos para a categoria, cuja situação não apresenta qualquer perspectiva de melhoria.

Por essa razão, é que estamos convocando nossos associados para discutir essas questões nos Escritórios Regionais, a fim de encontrarmos um rumo para a campanha salarial de 2013. Se posições mais radicais não resolvem nossos problemas, que ações poderiam pelo menos equacioná-los?

Quem sabe, nessas reuniões surjam propostas de nossos associados capazes de revelar novos caminhos para nossas lutas.

Isoladamente, sem o apoio de suas bases, a Diretoria enfrentará sempre imensas dificuldades para conquistar aquilo que almejam seus filiados ativos e aposentados.

Atenção, Colega !

Sua ausência nesses debates significará seu absoluto desinteresse pelo futuro de nossas lutas e pela conquista de dias melhores para os gestores da rede estadual de ensino.

Vamos à Luta !

Compareçam ! Participem !

A reunião será realizada no dia 6 de abril, às 10 horas, em todos os Escritórios, Regionais e na Udemo Central, com exceção apenas da Região de Santo André, cuja reunião acontecerá no dia 13 de abril, devido a feriado local.

Observação:

Veja o resumo da reunião do Conselho Deliberativo, de 4/3/2013, quanto à Campanha Salarial.

Campanha Salarial – mobilização nas bases; contatos com a Assembleia Legislativa.

Foi dado início à Campanha Salarial de 2013. O Governador vem descumprindo a LC Nº 1.143, de 11 de julho de 2011, que dispõe sobre a reclassificação de vencimentos e salários dos integrantes do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação, e dá providências correlatas. No seu artigo 5º, a lei afirma:

“Artigo 5º - Haverá, anualmente, processo de negociação entre Governo do Estado e as entidades representativas dos integrantes das carreiras do magistério para que se avalie o plano salarial estabelecido na presente lei”.

A Udemo, desde o ano passado, vem cobrando uma audiência com o Governador, para tratar do assunto, sem resultado.

Além disso, o Secretário da Educação anunciou, em maio de 2012, que havia encaminhado um projeto ao Governador, propondo mais vantagens para o magistério. Até hoje não se tem notícia desse projeto.

A Udemo Central está tentando contato com o Deputado Barros Munhoz, Presidente da Assembleia Legislativa, para, através dele, conseguir chegar ao Governador Geraldo Alckmin. Esse esforço está sendo feito pelas entidades, em conjunto.

Nesta reunião do Conselho, foi lida a Carta aos Escritórios, Regionais e Associados, sobre a mobilização da categoria, apontando o dia 6 de abril como a data para as reuniões nos Escritórios e Regionais. O texto foi aprovado, por unanimidade, e encontra-se no site da Udemo.

Os colegas representantes da Udemo deverão, ainda, nas suas bases, fazer contato com os políticos locais para que eles intercedam junto ao Governador do Estado, para receber a Udemo em audiência.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Professores recebem hoje salário reajustado

MENTIRA, ENGANAÇÃO, ENGODO, GOLPE, TUDO, menos aumento de salário. A GAM era uma gratificação, ela apenas foi incorporada, o que não pode considerar como aumento, pois aumento acrescenta algo o que não ocorreu com a incorporação da GAM. Ou o governo acha que as pessoas não pensam ou o jornal não sabe explicitar fatos (ou escreve para agradar o governo, o que não é impossível, quando se tem nele seu melhor assinante). O aumento foi apenas de 5% e não de 10,2% como anunciado. É importante lembrar que depois de quatro anos o aumento prometido não irá repor as perdas em relação a inflação. Mas nesse país apenas os corruptos possuem otimos salários, sem nenhum tipo de formação, apenas a cara de pau de roubar e desviar verbas públicas, alías para isso sempre sobra muito dinheiro, já para a educação e para a melhora da sociedade, o resto, ou seja, quase nada. Triste, mas real e píor que esta pode ficar e muito.
Fonte: 07/08/2012 Thâmara Kaoru do Agora
Os professores da rede estadual de ensino recebem hoje o salário com o reajuste dado neste ano.
A diferença entre os valores pagos em março, quando foi incorporada a GAM (Gratificação por Atividade no Magistério), e o que cai na conta hoje é de 5%.
Neste ano, o Estado aumentou os salários dos professores em 10,2%, o que considera o reajuste acumulado, que é a soma da gratificação mais o aumento pago hoje aos professores.
Com o aumento, o salário-base de um professor de educação básica 2 (PEB 2), que trabalha com alunos do 6º ao 9º ano e tem jornada de trabalho de 40 horas semanais será de R$ 2.088,27.
Desde março deste ano, o valor era de R$ 1.988,83.
Para professor de PEB 2 com jornada de 30 horas semanais, a remuneração será de R$ 1.566,20.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Professor do Estado terá reajuste em agosto

Apenas uma correção. 5% do aumento é uma incorporação de gratificação, dessa forma esse aumento é um engodo, pois haverá mesmo apenas 5,2% de aumento.
Fonte: 14/06/2012 Thâmara Kaoru do Agora
Os professores da rede estadual de ensino vão receber aumento salarial de 10,2% em agosto.
A informação é do secretário de Estado da Educação, Herman Voorwald.
Com o reajuste, o salário-base de um professor com jornada de 40 horas semanais passará de R$ 1.894,12 para R$ 2.088,27.
No ano passado, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, aprovou o projeto de lei que dá aumento à categoria até 2014.
Serão beneficiados cerca de 374 mil profissionais ativos e aposentados.
O pagamento é feito no quinto dia útil do mês.
"Eles receberão em agosto o referente ao mês de julho" diz.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Reajuste de professor deve ser pago em agosto

Fonte: 22/07/2011 Tatiana Cavalcanti do Agora
O aumento salarial para os professores das escolas estaduais deve ser pago em agosto, segundo afirmou ontem o secretário de Estado da Educação, Herman Voorwald.
A alta, que será retroativa a 1º de junho, corresponde a 13,8% sobre o salário-base dos docentes, que passará de R$ 1.665 para R$ 1.894.
No total, o governo do Estado de São Paulo irá conceder 42,2% de aumento à categoria em quatro anos.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Projeto de aumento de salário - SEE SP

Se alguém tiver interesse clique no título e será direcionado para a página da ALESP onde encontra-se o texto encaminhado pelo governador. O texto trata apenas do aumento de salário, mas não fala sobre os concursos públicos e sobre a nova função de gerente escolar.

Aumento Salarial SEE SP

Tire suas conclusões:
FOLHA DE SÃO PAULO, - PAINEL 14/06/2011
Em cima... A oposição em SP reclama que, a menos de três semanas do início do recesso do Legislativo, Geraldo Alckmin (PSDB) ainda não enviou à Assembleia o projeto de reajuste salarial dos professores. A primeira parcela, de 13,8%, valeria a partir de 1º de julho, segundo anúncio feito em maio.
...da hora A Secretaria da Educação diz que o projeto está "saindo do forno" e que, em sua avaliação, será aprovado antes do recesso.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Udemo oficia ao Governador e ao Secretário da Educação sobre o reajuste salarial.

São Paulo, 13 de maio de 2011.
Oficio nº 043/11
Excelentíssimo Senhor,
A Udemo – Sindicato de Especialistas de Educação do Magistério Oficial do Estado de São Paulo - vem à presença de Vossa Excelência para ponderar algumas questões a respeito da proposta de reajuste salarial oferecida ao magistério estadual.
Em primeiro lugar, reconhecemos a vantagem de uma proposta de política salarial para os quatro anos do governo, atendendo nossa reivindicação.
Porém, se considerarmos a defasagem salarial vivida por professores, diretores e supervisores, de 36,7%, observamos que a proposta de 42,2%, a ser paga em quatro anos, mostra-se absolutamente insatisfatória, no que diz respeito à recuperação dos salários.
A bem da verdade, a incorporação da gratificação de R$ 92,00 (4%), reduz esses 42,2% de reajuste para algo em torno de 38,2%, ao final dos quatro anos.
No que diz respeito aos 13,8% de reajuste, propostos para agosto de 2011, com a incorporação da gratificação de R$ 92,00, possivelmente esse porcentual se reduzirá a cerca de 9,8%.
Quando das discussões com o secretário da educação, Herman Vorwaald, nos chamados Pólos, das quais participaram todos os segmentos do magistério: professores, diretores e supervisores, ficou a nítida impressão de que haveria, além da recuperação dos salários, a real valorização da categoria, agora preocupada com o reajuste proposto que, na verdade, elevará muito pouco as já desgastadas remunerações. Isso porque, ao longo de quatro anos, se não for garantida a reposição da inflação do período, na data-base, levará, de roldão, o pouco recebido. Senão, vejamos: a defasagem hoje é de 36,7%.
O que sucederá ao longo de quatro anos?
2011 – reajuste de 9,8% (13,8% - 4% da incorporação da gratificação de R$ 92,00) 36,7% de defasagem – 9,8% de reajuste = 26,2% de defasagem;
2012 - reajuste de 10,2% - inflação projetada para 2011, 6,5% = reajuste real 3,7% - 26,2 defasagem = defasagem 22,5%;
2013 – reajuste de 6% - inflação projetada 3,5% (perspectiva otimista) = reajuste real 2,5% - defasagem 22,5% – 2.5% = defasagem 20%;
2014 – reajuste de 7% - inflação projetada 3% (perspectiva otimista) = reajuste real 4% defasagem 20% - 4% = defasagem 16%.
Pelo que ficou demonstrado, ao final de quatro anos, o magistério estará ainda com seus salários defasados em 16%, o que significa nenhuma valorização das condições salariais.
Ainda que a Udemo mantenha sua proposta salarial no Plano de Carreira, na qual, ao cabo de quatro anos, os profissionais deverão receber, no mínimo, o dobro do que recebem hoje, para, pelo menos, não permanecer defasagem nos salários do magistério ao longo do mandato do Sr. Governador, o reajuste deveria ter os seguintes índices:
2011- reajuste de 20% - 36,7% defasagem existente hoje = defasagem de 16,6%;
2012- reajuste de 13% - 16,6% defasagem = 3,6% defasagem + 6,5% inflação projetada para 2011 = ainda defasagem 10,1%;
2013- reajuste de 10% - 10,1% defasagem = 0,1% defasagem + 3,5% inflação projetada (com otimismo) = ainda defasagem de 3,6%;
2014- reajuste de 6,6% - 3,6% defasagem = 3% de ganho - 3% inflação projetada (com otimismo) = 0 de ganho e 0 de perda ao longo de 4 anos.
Portanto, um reajuste em quatro anos, para não implicar perda, deveria ser, no mínimo, de 49,6%, o que, na verdade, não traria valorização alguma ao magistério, mas simplesmente uma reposição das perdas do período.
Se o Sr. Governador e o Sr. Secretário da Educação pensam em valorizar realmente o magistério estadual, faz-se necessária uma proposta que traga ganhos reais, ao longo dos quatro anos.
Nesse sentido, seria muito interessante que o Sr. Governador Alckmin e o Sr. Secretário Herman Vorwaald observassem os salários pagos aos profissionais da educação da Prefeitura de São Paulo.
Se a Prefeitura pode pagar, razoavelmente, seus educadores, por que não o poderá o Estado?
Respeitosamente,
Luiz Gonzaga de Oliveira Pinto
Presidente
Exmo. Sr.
Dr. Geraldo Alckmin
DD Governador de Estado
São Paulo

quarta-feira, 11 de maio de 2011

SP anuncia reajuste de 42,2% a professores estaduais em 4 anos

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou nesta quarta-feira o aumento de 42,2% no salário base dos professores da rede estadual de São Paulo. O reajuste será fracionado em quatro anos.
A primeira parcela de aumento será concedida no dia 1º de julho e será de 13,8%. Com isso, o salário base de início de carreira de um professor com 40 horas de jornada passará de R$ 1.665 para R$ 1.894.
No anos de 2012, o aumento será de 10,2% sobre o salário acumulado, elevando o piso para R$ 2.088. Nos anos seguintes, o reajuste será de 6% e de 7%, respectivamente, aumento o salário para R$ 2.368 em 2014.
Segundo o governo estadual, o reajuste irá beneficiar 374 mil pessoas, entre professores na ativa e inativos. Os funcionários da rede também terão reajuste, segundo o governo. O valor varia de acordo com o cargo, mas será em média 33% neste ano.
O custo total do reajuste em 2011 para o governo --para professores e funcionários- será de R$ 824 milhões. Nos anos seguintes, o custo do reajuste será de R$ 2,2 bilhões (2012), R$ 2,7 bilhões (2013) e R$ 3,7 bilhões (2014).
Além dos reajustes, foi anunciado hoje também a contratação de 10 mil funcionários para atuar como agentes escolares. A ideai segundo o governo é liberar os diretores das escolas para a questão pedagógica, deixando a tarefa do dia a deixando a tarefa do dia a dia para os agentes. deixando a tarefa do dia a dia para os agentes.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Professores exigem reposição de 36,74% já

Fonte: APEOESP
O Conselho Estadual de Representantes da APEOESP reunido na sexta-feira, 29, reafirmou a continuidade da luta pela reposição salarial imediata de 36,74%, por uma política salarial para todo o magistério, da ativa e aposentados, que evite o acúmulo de novas perdas, pela redução da jornada sem redução salarial – implementação da composição da jornada de trabalho prevista na Lei do Piso, que destina no mínimo 1/3 para atividades extra-classe – entre outros pontos de pauta (leia quadro). Após o CER essas posições foram reafirmadas em ato realizado na Praça de República.
Decidiu-se ainda encaminhar para a Reunião de Representantes, marcada para o dia 11 de maio, e para o CER do dia 13, propostas de calendário e ações da campanha, com data indicativa para a nova assembleia no dia 20 de maio.
Nova composição da jornada
No último dia 27, o Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 4167 e decidiu pela constitucionalidade da Lei 11738/2008 (lei do piso salarial profissional nacional). Com relação ao item que trata da jornada de trabalho a questão também ficou resolvida. Entendendo que a lei é constitucional, a Secretaria de Legislação da APEOESP, por determinação da diretoria, já protocolou requerimento junto à Secretaria da Educação para que o governo implemente imediatamente a jornada da Lei do Piso. Caso o governo não responda o requerimento em dez dias, o sindicato ajuizará mandado de segurança coletivo (leia matéria neste Fax). Com a adoção da jornada da Lei do Piso, a estimativa é que o governo do Estado terá de contratar mais 55 mil professores. Porém, poderá evitar isto ampliando a jornada de trabalho dos 80 mil professores da categoria F, que são estáveis e que permanecem nas escolas com jornada de 12 horas semanais de trabalho.
Para a APEOESP a decisão do STF se constiuiu em uma grande vitória, que traz melhores condições de trabalho para os professores, reduzirá o adoecimento na categoria e trará mais qualidade de ensino.
Nossa reivindicação junto à Secretaria Estadual da Educação é que na parte da jornada destinada a atividades extra-classe se desenvolvam projetos de formação continuada no próprio local de trabalho, por meio de convênios entre a Escola de Formação e as universidades públicas.
Campanha contra o assédio escolar
Durante a assembleia, a APEOESP lançou a campanha contra o assédio escolar (bullying), que tem o slogan “Cuidado! Assédio escolar (bullying) mata”. O sindicato deverá, ainda neste mês, promover uma webconferência para debater a questão, promover oficinas nas regiões, elaborar carta aberta à comunidade escolar e uma cartilha com orientação sobre como evitar e enfrentar o assédio escolar. Além disso a APEOESP proporá à Assembleia Legislativa a criação de uma semana anual de combate e prevenção ao assédio escolar, no mês de março e vai realizar uma pesquisa na rede estadual de ensino sobre assédio escolar e violência nas escolas.
Pauta de reivindicações
- Reposição salarial de 36,74% já
- Reposição das perdas salariais recentes
- Política salarial para todo o magistério, da ativa e aposentados
- Incorporação dos bônus e gratificações, extensiva aos aposentados
- Respeito à data-base
- Fim das avaliações de mérito e excludentes
- Por um Plano de Carreira que atenda às necessidades da categoria
- Redução da jornada sem redução salarial
- Fim da municipalização do ensino
- Anistia aos professores demitidos na greve de 2000

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Prova que pode aumentar salário de professor paulista acontece em julho

Fonte: 28/04/2011 - 17h33 Rafael Targino Uol Educação - Em São Paulo
O secretário da Educação de São Paulo, Herman Voorwald, disse nesta quinta-feira (28) que a prova de de promoção por mérito acontece no mês de julho. As inscrições começam em maio. É esse exame que define quais profissionais da educação receberão aumento salarial.
A prova, que é um teste para “ascensão na carreira”, é feita por professores que atendam determinados critérios, como tempo de sala de aula na mesma escola e assiduidade. Até o ano passado, somente os 20% melhor classificados no exame recebiam o aumento. Segundo Voorwald, o edital da prova, com as regras deste ano, “está pronto” e sai na próxima semana.
Em relação à política de bônus –em que o professor pode ganhar um adicional de acordo com seu desempenho durante o ano–, Voorwald disse que a manutenção dela“não se discute”, apesar de 2010 ter registrado o menor pagamento aos docentes desde o início do programa. “[É necessário] Ter bônus para a manutenção do sistema”, disse. Na próxima semana, afirmou Voorwald, a secretaria deve começar discutir ajustes no Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo).
Política salarial
O secretário afirmou que o governo estadual deve anunciar nas próximas semanas uma nova “política salarial” para os professores da rede. No entanto, Voorwald se esquivou quando perguntado quanto seria o índice de reajuste a ser proposto para os docentes, e disse que esse anúncio ficará a cargo do governador Geraldo Alckmin (PSDB).

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Professores aprovam nova assembleia para 29 de abril

A SEE precisa com urgência dar uma resposta aos professores e profissionais da educação, o clima esta muito ruim o que gera insegurança e a possibilidade de greve esta no ar. Isso é ruim para todos, principalmente para os alunos.
Fonte: APEOESP
Reunidos em assembleia geral na tarde de 1º de abril, mais de três mil professores e professoras de todo o estado aprovaram a continuidade da luta por reajuste imediato de 36,74% para repor as perdas salariais, decidiram marcar nova assembleia para 29 de abril e encaminharam para debate nas reuniões de representantes de escolas em 09 de abril propostas de calendário e ações de nossa campanha. Ao final da assembleia foi realizado ato conjunto com as demais entidades do funcionalismo.
A assembleia reafirmou a posição da categoria contra a política de bônus do governo estadual, por meio da palavra de ordem “Salário é solução, bônus é enganação” e definiu a produção de materiais para continuar mantendo nossa campanha em evidência, como cartazes denunciando os baixíssimos valores do bônus e faixas que serão enviadas a todas as escolas.
Também foram reafirmadas posições contra o conjunto da política educacional do governo estadual, destacando-se a luta contra a política de “mérito” e por isonomia salarial, com política salarial para todos, da ativa e aposentados; contra as provas excludentes; contra a fragmentação da categoria e contra a LC 1093/2009, mas mantendo-se a estabilidade.
A assembleia confirmou posições já definidas pelo Conselho de Representantes (CER), que se reuniu no período da manhã. Entre essas posições, luta contra a municipalização do ensino, pelo retorno das unidades escolares à rede estadual, bem como pela destinação de 10% do PIB para a educação.
O CER e a assembleia reafirmaram a importância da discussão sobre o plano de carreira e da convocação da comissão paritária de gestão da carreira. Porém, essa discussão, necessária, não pode em momento algum se sobrepor à necessidade do reajuste salarial e lutaremos para que o secretário da educação cumpra suas promessas.
É preciso que cada um trabalhe com afinco para que a assembleia de 29 de abril seja expressiva e massiva, para que possa deliberar à luz da proposta que o governo vier a apresentar.
Se o governo não apresentar uma proposta de política salarial, verá a nossa resposta!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Salário do governador de SP sobe 26%

Não sou contrário ao aumento de salário para o governador, vice e secretários, acredito que pela formação e função que exercem mereçam mesmo ganhar mais e melhor. O que me deixa indignado é que quando se pensa em aumento para professor não passa de 1% como aconteceu nos últimos anos. O aumento é correto, mas seria mais justo e digno se essa mesma prerrogativa fosse usada para dar aumento a todos os servidores públicos e em especial aos professores e especialista em educação. Enquanto não valorizarmos os profissinais da educação (e não me venham com essa patacoada que aumento de salário não melhora em nada ou que os profissionais de São Paulo ganham bem, porque isso é MENTIRA) não teremos a tão sonhada e desejada qualidade na educação paulista.
Fonte: Folha de São Paulo, 10/12/10 FERNANDO GALLO / DANIELA LIMA
O governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), vai começar seu mandato com um salário maior do que o recebido pelo atual governador do Estado, Alberto Goldman (PSDB).
A Assembleia Legislativa aprovou ontem o aumento dos vencimentos de R$ 14,8 mil para R$ 18,7 mil, um crescimento de 26,1%. A modificação começa a valer em janeiro de 2011.
O acumulado da inflação oficial de janeiro de 2005 a novembro de 2010, medida pelo IPCA, é de 32,1%.
Também subiram os salários do futuro vice-governador, que receberá R$ 17,7 mil, e dos futuros secretários de Estado, cujos vencimentos serão de R$ 14,9 mil.
O aumento dos salários beneficia 7.444 servidores do funcionalismo estadual, sobretudo os agentes fiscais de renda, que são 81% do total de impactados pela decisão.
O teto do funcionalismo no Estado -o salário do governador- não era reajustado desde janeiro de 2005. O aumento foi aprovado por acordo de todos os partidos, inclusive os de oposição.
NOVO SECRETARIADO
A mesma parceria, no entanto, não se repete quando o assunto é a montagem do próximo governo. Siglas da base aliada de Alckmin disputam o comando de secretarias mais robustas.
O PMDB, por exemplo, sinaliza interesse pela Secretaria de Saneamento e Energia, também cobiçada pelo PPS.
Os peemedebistas chefiam hoje a pasta de Desenvolvimento e Ação Social, que consideram esvaziada.
Para pressionar Alckmin, o partido promete cobrar a fatura pelos minutos de televisão que concedeu na campanha aos tucanos.
Nesse cenário, o mais provável, é que o PPS fique com a Secretaria do Trabalho. O nome do partido para o governo é do deputado estadual Davi Zaia.
Outra pasta em disputa é a de Esportes, pleiteada pelo PV, PTB e o próprio PSDB. Alckmin já sinalizou aos verdes a disposição em entregar a eles o Meio Ambiente.
Com isso, cresce a possibilidade de o PTB continuar com a pasta, que, nesse caso, não ganharia novas atribuições com a realização da Copa do Mundo de 2014.
A outra possibilidade é que o deputado Silvio Torres (PSDB), amigo de Alckmin, chefie a pasta, que, nesse caso, poderia ser vitaminada.
Fora da disputa entre aliados está a Secretaria de Planejamento, que será ocupada por um nome de confiança do governador e o cotado para o cargo é o deputado Emanuel Fernandes (PSDB).
Alckmin também deverá tirar de sua cota um nome para a Secretaria de Habitação. Há possibilidade de Andrea Matarazzo, atual secretário de Cultura, migrar para a chefia dessa pasta.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Salário de professor pode chegar a R$ 7.000 em São Paulo

Vamos esperar para ler o projeto na íntegra, da forma como colocam, o governo não mede esforços para melhorar a educação e dessa forma, basta apenas agora o professor cumprir com sua parte. Já cumprimos a muito tempo, e a muito tempo o governo não da o devido valor.
Fonte: 03/08/2009 - 00h05 - Gilberto Dimenstein - Colunista Folha Online

O governador de São Paulo, José Serra, vai lançar na próxima terça-feira projeto para que um professor da rede estadual tenha um salário de até R$ 7.000 e um diretor, R$ 8.000 --os valores são cerca do dobro que essas categorias atingem atualmente, depois de chegar ao máximo da carreira.

Serra quer elite dos professores Mônica Bergamo: Professores de SP terão prova para aumento Grupo de professores cobra mudança na USP

Mas, para chegar lá, eles terão de submeter a vários testes, não faltar às aulas e ficar pelo menos três anos na mesma escola. Foi o jeito encontrado de reduzir a rotatividade e o absenteísmo, além de estimular a formação.

Veja a tabela de salários em www.dimenstein.com.br

Todo o processo vai demorar 12 anos, dividido em quatros exames a cada três anos. Se aprovado, o candidato terá um aumento de 25% no salário. Mas a nota exigida será maior a cada exame, indo de 6 a 9, tornando mais difícil atingir o salário máximo.

Uma das ideias é fazer com que os professores e diretores sejam ajudados presencialmente ou em cursos a distância a realizar os exames.

Ninguém será obrigado a fazer os exames, mas, aí, terá se submeter aos aumentos regulares, baseados em tempo de serviço e diplomas --um professor com 40 horas/aulas ganha, no final da carreira, cerca de R$ 3.100 mensais.

A educação é apontada como uma das áreas mais vulneráveis da gestão do PSDB em São Paulo --a imensa maioria dos alunos sai do ensino médio sem saber ler e escrever adequadamente. Neste ano, foi lançada a obrigatoriedade para que todo professor que passe no concurso tenha de ficar pelo menos quatro meses estudando até ir para sala de aula.