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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Professora será investigada por agressão a aluno cego

Vergonha, tem mesmo que apurar e punir com rigor.
Fonte: Agência Estado - 24/05/2012
A Secretária Municipal da Educação abriu apuração nesta quinta-feira para averiguar a possível agressão que uma professora teria cometido contra um aluno de seis anos de idade e deficiente visual, na saída da escola localizada na Rua São José do Rio Preto, no Grajaú, zona sul de São Paulo.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), a professora foi vista pelo motorista da van escolar, que transportava o menino de seis anos, maltratando a criança. O motorista afirma que a mulher teria agredido o menino, que é deficiente visual.
Ainda segundo informou o motorista, ela disse que aquilo seria o castigo pelo menino não ter se comportado na sala de aula. A professora ainda teria ameaçado dizendo que se isso se repetisse, ela iria bater nele com o cinto.
O caso foi registrado no 85º Distrito Policial de Jardim Mirna como maus tratos. Em nota, a Diretoria Regional de Educação (DRE) Capela do Socorro afirmou que vai averiguar os fatos envolvendo aluno da Escola Municipal de Ensino Fundamental Joaquim Bento Alves de Lima Neto e está à disposição para auxiliar a polícia no que for necessário.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

PROFESSORA É CONDENADA A PAGAR R$ 5.000 POR PUXAR ORELHA DE ALUNO

Acho justo, mas seria bom também se os alunos e os pais pagassem a mesma coisa quando praticassem a violência contra os profissionais da educação. Apenas isso. Fonte: Folha de S.Paulo/Rio de Janeiro Uma professora da rede estadual do Rio de Janeiro foi condenada a pagar R$ 5.000 em danos morais por ter puxado a orelha de um aluno. A decisão, do juiz Milton Delgado Soares, da 2ª Vara Cível de Itaguaí, interior do Rio, também inclui o Estado na multa. Representado pela mãe, o menino afirmou no processo que a professora o puxou pela orelha e o arrastou até o lugar onde achava que ele deveria sentar. Em seguida, disse para a turma: "Que isso sirva de exemplo para vocês". Para o juiz, a ação foi "desabonadora e lamentável", indo contra o paradigma que um professor deve representar como educador.